Senado dos EUA rejeita resolução sobre violência na Cisjordânia
Proposta que exigia relatório do Departamento de Estado sobre mortes de americanos na Cisjordânia foi bloqueada pelo Senado americano.
Pontos principais
- O Senado dos EUA rejeitou uma resolução que exigia prestação de contas sobre a violência na Cisjordânia ocupada.
- A medida visava investigar a morte de nove cidadãos americanos por colonos ou forças de segurança desde 2022.
- O texto, liderado pelo senador democrata Chris Van Hollen, também solicitava dados sobre direitos humanos e detenção de crianças.
- A votação, realizada na última terça-feira, seguiu majoritariamente divisões partidárias entre os legisladores.
O Senado dos Estados Unidos rejeitou na noite de terça-feira uma resolução que obrigaria o Departamento de Estado a apresentar um relatório detalhado sobre a violência na Cisjordânia ocupada. A proposta, encabeçada pelo senador democrata Chris Van Hollen, buscava maior transparência sobre as circunstâncias que levaram à morte de nove cidadãos americanos na região desde 2022, supostamente causadas por colonos ou forças de segurança israelenses.
Além de exigir esclarecimentos sobre as mortes, o texto solicitava informações sobre a situação dos direitos humanos no território, incluindo práticas como a detenção de crianças palestinas. A votação, que seguiu majoritariamente linhas partidárias, encerrou a tentativa de forçar uma investigação formal por parte do governo. Com o bloqueio da medida, o Departamento de Estado permanece sem a obrigação legal de prestar contas específicas ao Congresso sobre esses incidentes na Cisjordânia.
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