Baixa cobertura vacinal de gestantes contra gripe e covid preocupa saúde
A resistência de gestantes à vacinação contra gripe e covid-19 eleva o risco de complicações graves e óbitos materno-infantis no Brasil.
Pontos principais
- A cobertura vacinal de gestantes contra covid-19 e influenza está abaixo da meta de 90%.
- Entre 2022 e agosto de 2026, foram registrados 25 óbitos por influenza e 21 por covid-19 em gestantes ou puérperas.
- A vacinação é essencial para prevenir partos prematuros, morte fetal e infecções graves.
- O SUS disponibiliza um calendário vacinal completo para gestantes, incluindo proteção contra hepatite B, dT, dTpa e VSR.
A baixa adesão de gestantes às campanhas de vacinação contra a gripe e a covid-19 tem gerado alerta entre as autoridades de saúde brasileiras. Dados do Ministério da Saúde revelam que a cobertura vacinal permanece abaixo da meta de 90%, expondo mães e bebês a riscos evitáveis. Entre 2022 e agosto de 2026, o país contabilizou 46 mortes decorrentes de complicações respiratórias graves causadas por esses vírus, evidenciando a vulnerabilidade desse grupo populacional.
Especialistas reforçam que a imunização é uma estratégia fundamental para reduzir a incidência de partos prematuros, morte fetal e quadros clínicos severos. Além das vacinas contra gripe e covid-19, o Sistema Único de Saúde oferece um calendário específico para gestantes, que inclui proteção contra hepatite B, dT, dTpa e VSR. A recomendação é que as pacientes busquem as unidades de saúde para atualizar o esquema vacinal e garantir a segurança do período gestacional.
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