Entusiasmo de analistas com a Nike atinge menor nível em 25 anos
O rebaixamento da recomendação da Nike pelo Bank of America para venda reflete desafios operacionais e a lenta recuperação da estratégia da empresa.
Pontos principais
- Bank of America rebaixou a recomendação das ações da Nike para venda.
- O entusiasmo de Wall Street com a marca atingiu o patamar mais baixo em 25 anos.
- A empresa perdeu quase US$ 77 bilhões em valor de mercado desde o retorno do CEO Elliott Hill.
- Analistas adiaram as expectativas de uma retomada consistente das vendas para 2028.
O otimismo de Wall Street em relação à Nike atingiu o seu ponto mais baixo em pelo menos 25 anos. O Bank of America rebaixou a recomendação das ações da companhia para venda, citando dificuldades competitivas e uma execução lenta da estratégia de reformulação liderada pelo CEO Elliott Hill. Com a revisão, o preço-alvo foi fixado em US$ 30, refletindo uma perspectiva cautelosa sobre a recuperação financeira da marca nos próximos anos.
Desde o anúncio da nova gestão, a empresa viu seu valor de mercado encolher em cerca de US$ 77 bilhões, pressionada por problemas de imagem e margens operacionais reduzidas. A analista Lorraine Hutchinson, responsável pela revisão, adiou as expectativas de retomada das vendas para 2028. O cenário impõe desafios imediatos ao novo diretor financeiro, David Denton, que assume o cargo sob pressão por cortes de custos e maior eficiência operacional.
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