Grécia mantém exigência por repatriação definitiva dos mármores do Partenon
Primeiro-ministro grego afirma que acordo para retorno das esculturas exige vontade política e recusa reconhecimento da posse do British Museum.
Pontos principais
- Kyriakos Mitsotakis defende o retorno definitivo das peças ao território grego.
- O governo da Grécia rejeita qualquer modelo que valide a propriedade do British Museum.
- A proposta de empréstimo das esculturas é descartada por Atenas como solução para o impasse.
O primeiro-ministro da Grécia, Kyriakos Mitsotakis, reiterou que a repatriação dos mármores do Partenon permanece como uma meta central de sua gestão. Segundo o líder grego, um acordo viável depende exclusivamente de vontade política e coragem por parte das autoridades britânicas, visando a reunificação das peças em seu local de origem.
A posição oficial de Atenas é inflexível quanto à natureza jurídica da disputa, rejeitando qualquer arranjo que implique o reconhecimento da propriedade do British Museum sobre as esculturas. O governo grego classificou a possibilidade de um empréstimo das peças como inaceitável, argumentando que não se pode pedir emprestado algo que pertence ao patrimônio histórico e cultural da nação.
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