IA decifra mensagem nazista da Enigma após 83 anos
Desenvolvedor utilizou o modelo GPT-6 Astra para decodificar uma mensagem militar alemã de 1941 que permanecia sem solução desde a Segunda Guerra.
Pontos principais
- A mensagem de 82 caracteres foi enviada em 10 de julho de 1941 por um soldado alemão localizado em Rosenow.
- O projeto foi liderado por Carter Leffen, desenvolvedor da Bloomberg, utilizando a variante 'GPT-6 Astra Extra High'.
- O processo de decodificação levou cerca de dez horas e envolveu a criação de um simulador Enigma e código de criptoanálise pela IA.
- A chave para a solução foi o uso da palavra 'Rosenow', encontrada em outra mensagem decifrada do mesmo dia, como ponto de partida.
- O texto revelado solicita instruções de marcha e uma resposta imediata via rádio, contendo erros de digitação que reforçam sua autenticidade.
- A máquina Enigma possuía cerca de 159 quintilhões de configurações diárias possíveis, tornando a força bruta inviável sem auxílio tecnológico.
- Os resultados e o código utilizado foram disponibilizados publicamente, mas ainda aguardam revisão independente de especialistas.
Um desenvolvedor da Bloomberg, Carter Leffen, utilizou o modelo de inteligência artificial GPT-6 Astra para decifrar uma mensagem criptografada pela máquina Enigma que permaneceu sem solução por 83 anos. O telegrama, enviado por um soldado da Wehrmacht em 1941, solicitava instruções sobre uma rota de marcha e pedia uma resposta imediata por rádio. O sistema de IA operou de forma autônoma ao construir um simulador da máquina, escrever código de criptoanálise e testar chaves de decodificação a partir de uma pista histórica.
O sucesso da operação dependeu da identificação da palavra 'Rosenow', que aparecia em mensagens interceptadas no mesmo dia, permitindo que a IA filtrasse as vastas possibilidades de configuração da Enigma. Embora o modelo tenha processado a tarefa em cerca de dez horas, Leffen ressaltou que o esforço humano foi concentrado na estruturação do problema e na verificação dos resultados. A autenticidade da mensagem é sustentada por erros ortográficos típicos de comunicações de campo, embora a descoberta ainda dependa de uma validação técnica por historiadores e especialistas em criptografia.
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