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Marinho pede a Fachin quebra de sigilo de inquéritos no STF

O senador Rogério Marinho pediu ao STF o levantamento imediato do sigilo dos inquéritos das Fake News, Milícias Digitais, Máfia do INSS e Emendas, alegando que o sigilo favorece vazamentos seletivos e manipulação política.

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Foto: Times Brasil
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11/09 às 18:45, atualizado 12/09 às 01:31

Pontos principais

  • Rogério Marinho protocolou pedido a Fachin pelo levantamento imediato do sigilo dos inquéritos das 'Fake News', 'Milícias Digitais', 'Máfia do INSS' e 'Emendas', hoje em curso no STF.
  • Em publicação nas redes, Marinho afirmou que 'a luz do sol é o melhor remédio contra abusos, vazamentos seletivos e manipulação política'.
  • O senador disse que o inquérito das Fake News 'nasceu aberto de ofício e virou instrumento de perseguição, censura e intimidação contra quem ousou discordar'.
  • A solicitação ocorre em meio a tensões sobre a gestão de sigilos no caso Banco Master e investigações envolvendo o filme 'Dark Horse'.
  • O ministro André Mendonça levantou o sigilo de 39 processos, atendendo parte da PGR e incluindo casos de políticos como Flávio Bolsonaro.
  • Alexandre de Moraes acusou Mendonça de realizar retiradas seletivas de sigilo, o que foi negado pelo ministro.
  • Edson Fachin determinou que Mendonça liberasse a documentação integral do caso Banco Master em um prazo de 24 horas.
  • A Polícia Federal tem concentrado pedidos de diligências no gabinete de Flávio Dino, evitando o gabinete de Mendonça no inquérito do filme 'Dark Horse'.

O senador Rogério Marinho pediu ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, o levantamento imediato do sigilo de inquéritos em curso na corte, entre eles os das 'Fake News', 'Milícias Digitais', 'Máfia do INSS' e 'Emendas'. Em publicação nas redes sociais, o senador disse que "a luz do sol é o melhor remédio contra abusos, vazamentos seletivos e manipulação política" e que "o Brasil tem o direito de saber o que está nos autos".

Marinho chamou o inquérito das Fake News de "famigerado", afirmando que ele "nasceu aberto de ofício e virou instrumento de perseguição, censura e intimidação contra quem ousou discordar". O pedido surge na esteira da decisão do ministro André Mendonça, que levantou o sigilo de 39 processos relacionados ao caso Banco Master e ao financiamento do filme 'Dark Horse'. Enquanto Mendonça defende a abertura dos documentos, o ministro Alexandre de Moraes criticou a condução do colega, acusando-o de realizar uma liberação seletiva para proteger grupos políticos. Em resposta, Fachin determinou que a documentação completa do caso Master fosse disponibilizada em 24 horas.

O cenário é agravado por uma estratégia da Polícia Federal, que tem priorizado o gabinete do ministro Flávio Dino para pedidos de diligências, demonstrando desconfiança em relação à condução de Mendonça em inquéritos sensíveis. A disputa interna no STF reflete o desgaste institucional em torno da condução de investigações que atingem figuras políticas de diversos espectros, mantendo o tribunal sob constante pressão da oposição e da opinião pública.

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