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Startup Aitan capta US$ 41 milhões para sistemas de armas com IA

A empresa de tecnologia militar Aitan encerrou seu período de sigilo após fechar rodada de US$ 41 milhões co-liderada por Deep33 e Dell Technologies Capital, elevando a captação total da empresa a US$ 54 milhões.

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Foto: Prnewswire
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02/09 às 10:45, atualizado 13:31

Pontos principais

  • Segundo o comunicado da Aitan, a tecnologia da empresa é testada em combate desde 2023 e acumula mais de 500 mil horas em missões das Forças de Defesa de Israel (IDF) e de agências de segurança israelenses.
  • A rodada de US$ 41 milhões foi co-liderada por Deep33 e Dell Technologies Capital, com participação de Gokul Rajaram, Benjamin Ling e Kevin Weil; o aporte eleva o total captado pela Aitan a US$ 54 milhões.
  • Os recursos vão financiar desenvolvimento de produto, expansão internacional e crescimento da equipe global, segundo a empresa.
  • A Aitan foi fundada por Udi Oster e Daniel Almog, ex-oficiais da Unidade 8200 das Forças de Defesa de Israel que antes fundaram a Tapingo, marketplace de pedidos online adquirido pela Grubhub.
  • A empresa venceu recentemente o contrato conjunto para desenvolver a plataforma de comando e controle da próxima geração de drones de ataque da IDF, além de contratos de design crítico para outros sistemas de armas robóticos.
  • O nome Aitan homenageia Eitan Oster, irmão do cofundador Udi Oster, morto em 2024 na unidade de comandos Egoz durante a operação terrestre de Israel no Líbano.

A startup de tecnologia de defesa Aitan encerrou seu período de sigilo com o fechamento de uma rodada de US$ 41 milhões, segundo comunicado publicado pela empresa com data de Nova York (a Aitan não é sediada em Nova Jersey, como constava na cobertura). A empresa se define como fornecedora de "soberania robótica como serviço" (robotic sovereignty-as-a-service) e desenvolve sistemas de armas com inteligência artificial de borda para forças armadas aliadas, com o objetivo declarado de manter combatentes fora de linha de fogo. Segundo o comunicado, a tecnologia já sustenta programas de comando e controle, enxames de drones, IA de borda e autonomia, e é aprimorada continuamente por reservistas e veteranos militares com experiência operacional. "Construímos a Aitan porque não tínhamos escolha. Nossos amigos e familiares foram para a guerra, e decidimos construir o que os traria de volta", disse Daniel Almog, cofundador e co-CEO da empresa, segundo o comunicado.

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