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Eduardo Saverin lidera ranking da Forbes como brasileiro mais rico em 2026

Pelo terceiro ano consecutivo, Eduardo Saverin ocupa o topo da lista da Forbes Brasil, com fortuna estimada em R$ 162,9 bilhões.

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Foto: G1 - Economia
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28/08 às 00:01, atualizado 29/08 às 11:57

Pontos principais

  • Eduardo Saverin mantém a primeira posição no ranking de bilionários brasileiros da Forbes em 2026.
  • A lista contabiliza 255 brasileiros com patrimônio superior a R$ 1 bilhão, totalizando R$ 1,86 trilhão.
  • Vicky Safra, Jorge Paulo Lemann e André Esteves completam o topo da lista.
  • A edição de 2026 registrou aumento de fortuna para 57,25% dos bilionários listados.
  • A fortuna total dos 255 brasileiros é superada pelo patrimônio individual de Elon Musk, avaliado em R$ 4,49 trilhões.

A revista Forbes divulgou seu ranking anual de 2026, consolidando Eduardo Saverin como o homem mais rico do Brasil pelo terceiro ano consecutivo. Com um patrimônio estimado em R$ 162,9 bilhões, o cofundador do Facebook permanece à frente de nomes como Vicky Safra, que ocupa a segunda posição, e Jorge Paulo Lemann, que figura em terceiro lugar. A lista deste ano identifica 255 brasileiros com fortunas superiores a R$ 1 bilhão, acumulando um montante total de R$ 1,86 trilhão. O levantamento aponta um cenário de crescimento para a maioria dos integrantes, com 57,25% dos bilionários registrando valorização em seus ativos no último ano, enquanto 30,2% sofreram redução em seus patrimônios.

O ranking de 2026 também trouxe movimentações no 'Top 10', com a entrada de novos nomes, como Max Van Hoegaerden Herrmann Telles e Ricardo Faria, substituindo empresários que deixaram o grupo dos dez maiores patrimônios do país. Apesar da relevância econômica dos bilionários brasileiros, a escala global de riqueza apresenta contrastes significativos: a fortuna de Elon Musk, estimada em R$ 4,49 trilhões, supera em 2,4 vezes a soma de todo o patrimônio dos 255 brasileiros listados pela publicação. A lista da Forbes continua sendo um termômetro importante para analisar a concentração de renda e a performance de setores estratégicos, como tecnologia, finanças e varejo, no mercado nacional.

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