Guggenheim Partners defende contabilidade de subsidiária em investigação
Anne Walsh, diretora de investimentos da empresa, afirmou que práticas contábeis da unidade GPI foram adequadas durante cooperação com reguladores.
Pontos principais
- A Guggenheim Partners está colaborando com reguladores em uma investigação sobre questões contábeis na subsidiária GPI.
- Anne Walsh, diretora de investimentos da divisão de gestão de ativos, defendeu a adequação das práticas contábeis da unidade.
- A empresa esclareceu que os processos de investimento e alocação de ativos não são alvo da investigação atual.
- Promotores dos EUA analisam o império de investimentos de Mark Walter e suas conexões com a Guggenheim.
A Guggenheim Partners, sob o escrutínio de reguladores, declarou que as práticas contábeis adotadas por uma de suas subsidiárias, a GPI, foram apropriadas. A afirmação foi feita por Anne Walsh, diretora de investimentos da divisão de gestão de ativos da empresa, em meio a um processo de colaboração com as autoridades que investigam o caso. Walsh buscou tranquilizar o mercado ao enfatizar que a contabilidade da unidade seguiu os padrões esperados, apesar das dúvidas levantadas pelo órgão regulador.
Embora a investigação foque em questões contábeis específicas da subsidiária, a diretora ressaltou que os processos centrais de investimento e alocação de ativos da Guggenheim não fazem parte do escopo da apuração. O caso ocorre em um momento em que promotores dos EUA também analisam o império de investimentos de Mark Walter e sua relação com a firma. A empresa mantém a postura de cooperação total com as autoridades para esclarecer os pontos questionados e reforçar a integridade de suas operações financeiras.
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