Vagas de emprego nos EUA caem para 7,36 milhões em junho
O relatório Jolts aponta redução na oferta de postos de trabalho, enquanto o volume de contratações cresce e o índice de demissões permanece estável.
Pontos principais
- O número de vagas abertas nos EUA recuou de 7,54 milhões em maio para 7,36 milhões em junho.
- O setor de saúde e assistência social foi o principal responsável pela queda na oferta de postos.
- O volume de contratações apresentou alta de 96 mil, totalizando 5,348 milhões no período.
- A taxa de demissões manteve-se estável em 1,1%, indicando um mercado de trabalho resiliente.
- Analistas classificam o cenário atual como um ambiente de 'contratação lenta e demissão lenta'.
- Os dados do Bureau of Labor Statistics reforçam a estabilidade econômica sob a gestão do governo Trump.
- O Federal Reserve mantém a taxa de juros entre 3,50% e 3,75%, monitorando o equilíbrio entre inflação e emprego.
O mercado de trabalho dos Estados Unidos apresentou sinais de moderação em junho de 2026, conforme revelado pelo relatório Jolts do Bureau of Labor Statistics. O número de vagas de emprego disponíveis caiu para 7,359 milhões, um resultado que ficou abaixo das expectativas de economistas e foi impulsionado principalmente por uma redução na demanda por profissionais nos setores de saúde e assistência social. Apesar da queda na oferta de novas posições, o mercado demonstrou resiliência com o aumento de 96 mil contratações, totalizando 5,348 milhões de novos vínculos no período.
A estabilidade na taxa de demissões, que se manteve em 1,1%, reforça a percepção de um mercado de trabalho que, embora menos aquecido, evita cortes expressivos de pessoal. Esse equilíbrio entre a desaceleração na criação de vagas e a manutenção dos postos existentes é interpretado por especialistas como um cenário de 'contratação lenta e demissão lenta'. Para o Federal Reserve, que mantém a taxa básica de juros entre 3,50% e 3,75%, esses indicadores oferecem margem para focar no controle da inflação, enquanto a economia americana segue sob observação constante durante a gestão do presidente Donald Trump.
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