Receita menos despesa do governo geral do Suriname, juros incluídos, em % do PIB — negativo é déficit.
O dado mais recente é preliminar e ainda será revisado pela fonte.
Barras mais claras: dado preliminar, ainda sujeito a revisão da fonte.
Tudo o que o governo geral arrecadou menos tudo o que gastou, juros da dívida incluídos, em proporção ao PIB (o "net lending/borrowing" do FMI, GGXCNL_NGDP). Negativo é déficit — o quanto o governo teve de tomar emprestado no ano.
O que a série mostra. Superávit em quase todo ano da alta das commodities (2006–2011, com pico de 5,0% do PIB em 2007) e uma virada a partir de 2013: déficits de 8% a 10% do PIB de 2015 a 2018 e o maior da série, 20,2% do PIB em 2019, o ano anterior à eleição de 2020, em boa parte financiado pelo banco central. A conta chegou em 2020, com o default da dívida externa; com o programa do FMI, o déficit caiu para 1,7% do PIB em 2023.
De onde vem o número. Do World Economic Outlook do FMI, que consolida as contas do governo geral a partir do Ministério das Finanças nas missões do Artigo IV e do programa de 2021–2025. O ministério publica notas trimestrais em PDF, sem série, e o banco central bloqueia acesso automatizado; o FMI é a leitura estável.
Como é conferido. A ingestão confere que receita menos despesa, as duas do WEO, reproduz o resultado em todo ano, e que a receita e os juros dos anos fechados não mudaram entre esta edição do WEO e a anterior.
Uma revisão recente. A edição corrente do WEO refez a despesa de 2012 a 2018: um pouco menor em 2012–2014, maior em 2015–2018 — o déficit de 2018, por exemplo, passou de 5,3% para 8,6% do PIB. A receita e os juros não mudaram; foi a conta da despesa daqueles anos que o FMI corrigiu.
Até onde vai. Até o último ano que o FMI trata como dado realizado (2023 nesta edição); os anos seguintes ainda são projeção e não entram. O último ano é preliminar.
| Período | Resultado fiscal | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2023preliminar | −1,7% | +0,9 p.p. |
| 2022 | −2,6% | +3,1 p.p. |
| 2021 | −5,7% | +6,3 p.p. |
| 2020 | −12,0% | +8,3 p.p. |
| 2019 | −20,2% | −11,7 p.p. |
| 2018 | −8,6% | +0,1 p.p. |
| 2017 | −8,6% | +1,6 p.p. |
| 2016 | −10,2% | −1,9 p.p. |
| 2015 | −8,3% | −5,6 p.p. |
| 2014 | −2,7% | −0,0 p.p. |
| 2013 | −2,6% | −2,3 p.p. |
| 2012 | −0,4% | −2,7 p.p. |
| 2011 | 2,3% | +2,5 p.p. |
| 2010 | −0,2% | −2,2 p.p. |
| 2009 | 2,0% | −0,4 p.p. |
| 2008 | 2,4% | −2,6 p.p. |
| 2007 | 5,0% | +4,4 p.p. |
| 2006 | 0,6% | +4,0 p.p. |
| 2005 | −3,4% | −2,2 p.p. |
| 2004 | −1,2% | −1,1 p.p. |
| 2003 | −0,1% | +3,2 p.p. |
| 2002 | −3,3% | −6,8 p.p. |
| 2001 | 3,5% | +11,2 p.p. |
| 2000 | −7,8% | −2,8 p.p. |
| 1999 | −4,9% | +1,5 p.p. |
| 1998 | −6,4% | −6,1 p.p. |
| 1997 | −0,3% | −3,7 p.p. |
| 1996 | 3,4% | +2,3 p.p. |
| 1995 | 1,2% | +3,1 p.p. |
| 1994 | −1,9% | +2,8 p.p. |
| 1993 | −4,7% | +1,8 p.p. |
| 1992 | −6,5% | +3,3 p.p. |
| 1991 | −9,8% | −6,8 p.p. |
| 1990 | −3,0% | — |