Quanto a economia do Suriname cresceu ou encolheu em cada ano, descontada a inflação.
O dado mais recente é preliminar e ainda será revisado pela fonte.
Barras mais claras: dado preliminar, ainda sujeito a revisão da fonte.
O PIB (Produto Interno Bruto) é a soma de tudo o que o Suriname produz de bens e serviços finais em um ano; a variação real mede o volume produzido, sem o efeito dos preços.
O que esta série mostra. Crescimento de 2,7% a 5,9% ao ano de 2006 a 2013, puxado por ouro, alumina e petróleo; a parada de 2015–2016, quando a Alcoa fechou a refinaria de alumina de Paranam e os preços de commodities caíram (−3,4% e −4,9%); e o tombo de −16,0% em 2020, o pior ano da série, com a pandemia caindo sobre uma crise fiscal que levou o país ao default da dívida externa naquele ano. Desde 2022 a economia cresce de 1,5% a 2,5% ao ano, dentro do programa com o FMI (2021–2025). A produção de petróleo em alto-mar (o Bloco 58, operado pela TotalEnergies) só deve começar por volta de 2028.
De onde vem o número. Do World Economic Outlook (WEO) do FMI, que republica as contas nacionais do Algemeen Bureau voor de Statistiek (ABS), o instituto de estatística do Suriname. O próprio ABS não mantém uma série consultável: as páginas de contas nacionais do site pararam em 2019–2020, e o banco central (CBvS), que também publica o setor real, bloqueia qualquer acesso automatizado ao site. O FMI é a leitura estável do mesmo número.
Por que a série começa em 2006. Antes disso, as duas republicações do dado do ABS — a do FMI e a do Banco Mundial — discordam em vários pontos percentuais de crescimento num mesmo ano, e a conversão para dólar pelo câmbio oficial de uma economia com mercado paralelo produz saltos que não são produção. De 2006 em diante as duas batem ano a ano.
O último ano é preliminar: é o primeiro fechamento do ano no WEO, e o FMI o revisa na edição seguinte.
| Período | PIB (variação anual) | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2025preliminar | 1,5% | −0,2 p.p. |
| 2024 | 1,7% | −0,7 p.p. |
| 2023 | 2,4% | +0,0 p.p. |
| 2022 | 2,4% | +4,8 p.p. |
| 2021 | −2,4% | +13,5 p.p. |
| 2020 | −16,0% | −17,1 p.p. |
| 2019 | 1,2% | −3,8 p.p. |
| 2018 | 4,9% | +3,4 p.p. |
| 2017 | 1,6% | +6,5 p.p. |
| 2016 | −4,9% | −1,5 p.p. |
| 2015 | −3,4% | −3,7 p.p. |
| 2014 | 0,3% | −2,7 p.p. |
| 2013 | 2,9% | +0,2 p.p. |
| 2012 | 2,7% | −3,2 p.p. |
| 2011 | 5,8% | +0,7 p.p. |
| 2010 | 5,2% | +2,1 p.p. |
| 2009 | 3,0% | −1,1 p.p. |
| 2008 | 4,1% | −1,0 p.p. |
| 2007 | 5,1% | −0,7 p.p. |
| 2006 | 5,8% | — |