Tudo o que o governo do Suriname deve, interna e externamente, em proporção ao PIB.
O dado mais recente é preliminar e ainda será revisado pela fonte.
Barras mais claras: dado preliminar, ainda sujeito a revisão da fonte.
A dívida bruta do governo geral do Suriname no fim de cada ano, contra o PIB do mesmo ano — o "gross debt" do FMI (GGXWDG_NGDP).
O que a série mostra. Uma dívida que caiu de mais de 70% do PIB no início dos anos 1990 para menos de 15% em 2008–2009, e voltou a subir rápido a partir de 2015, com a queda das commodities e déficits de 8% a 20% do PIB ao ano. O pico foi 146,4% do PIB em 2020, o ano em que o Suriname deixou de pagar os títulos externos e o PIB em dólares encolheu com a desvalorização — como quase toda a dívida é em moeda estrangeira, cada desvalorização do dólar surinamês aumenta a razão sem que o governo tome um centavo a mais. Com o programa do FMI (2021–2025), a reestruturação dos títulos com os credores privados (2023) e o superávit primário, a razão recuou para 97,7% em 2023.
De onde vem o número. Do World Economic Outlook do FMI, que o recebe do Suriname Debt Management Office e do Ministério das Finanças. O próprio escritório de dívida publica o estoque, mas num site que não permite leitura automatizada, e o banco central bloqueia qualquer acesso automatizado; o FMI é a leitura estável.
Como é conferido. A ingestão refaz a conta — estoque de dívida em dólares surinameses dividido pelo PIB nominal, os dois do WEO — e confere que reproduz a razão publicada em todo ano; e confere que os anos fechados não mudaram entre esta edição do WEO e a anterior.
Até onde vai. Até o último ano que o FMI trata como dado realizado (2023 nesta edição); os anos seguintes ainda são projeção e não entram. O último ano é preliminar.
| Período | Dívida bruta | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2023preliminar | 97,7% | −13,9 p.p. |
| 2022 | 111,7% | −4,1 p.p. |
| 2021 | 115,8% | −30,6 p.p. |
| 2020 | 146,4% | +62,4 p.p. |
| 2019 | 84,0% | +15,4 p.p. |
| 2018 | 68,6% | −4,4 p.p. |
| 2017 | 73,0% | −2,4 p.p. |
| 2016 | 75,4% | +34,2 p.p. |
| 2015 | 41,2% | +16,0 p.p. |
| 2014 | 25,2% | −2,7 p.p. |
| 2013 | 27,9% | +7,8 p.p. |
| 2012 | 20,1% | +1,4 p.p. |
| 2011 | 18,7% | +1,4 p.p. |
| 2010 | 17,3% | +2,7 p.p. |
| 2009 | 14,6% | −0,1 p.p. |
| 2008 | 14,8% | −1,6 p.p. |
| 2007 | 16,4% | −6,1 p.p. |
| 2006 | 22,5% | −4,6 p.p. |
| 2005 | 27,1% | −2,2 p.p. |
| 2004 | 29,4% | −2,1 p.p. |
| 2003 | 31,5% | −5,9 p.p. |
| 2002 | 37,4% | +0,2 p.p. |
| 2001 | 37,2% | −11,2 p.p. |
| 2000 | 48,4% | +16,1 p.p. |
| 1999 | 32,3% | +10,7 p.p. |
| 1998 | 21,6% | +4,9 p.p. |
| 1997 | 16,8% | +5,0 p.p. |
| 1996 | 11,8% | −4,5 p.p. |
| 1995 | 16,3% | −14,2 p.p. |
| 1994 | 30,5% | −20,6 p.p. |
| 1993 | 51,1% | −13,3 p.p. |
| 1992 | 64,4% | −11,3 p.p. |
| 1991 | 75,7% | +2,8 p.p. |
| 1990 | 72,9% | — |