A fatia da força de trabalho peruana sem emprego, procurando trabalho — nacional, um ponto por ano.
A taxa de desocupação nacional do Peru, um ponto por ano.
2008-2021: calculada, não transcrita. Nesse período a fonte é a Encuesta Nacional de Hogares (ENAHO), mas o INEI não publica a taxa nacional pronta em nenhuma tabela da página de ocupação — só os dois contingentes, cada um numa planilha separada: a população desocupada e a PEA (população economicamente ativa), ambas em milhares de pessoas. A taxa aqui é o resultado de dividir um pelo outro. 2007 fica de fora porque a tabela da PEA só começa em 2008.
2022 em diante: pronta da EPEN. A Encuesta Permanente de Empleo Nacional substitui a ENAHO e já publica a taxa nacional e por departamento como percentual.
Por que o nível é baixo para o noticiário. Uma taxa nacional peruana de 4-6% soa baixa comparada aos 6-9% que aparecem nas manchetes sobre o país — porque essas manchetes costumam falar de Lima Metropolitana (veja a taxa de Lima), não do país inteiro. Na conta nacional, quem mora no campo e trabalha por conta própria numa roça, mesmo que pouco remunerado, entra como ocupado, não desocupado — o mesmo efeito que já aparece nos indicadores de desemprego de outros países da região.
A pandemia. 2020 é o pico da série calculada (7,4%), com a taxa recuando de novo em 2021 (5,7%) sem ainda voltar ao patamar de 2019 (3,9%).
Duas pesquisas, uma quebra em 2022. Até 2021 o INEI mede o mercado de trabalho pela Encuesta Nacional de Hogares (ENAHO); a partir de 2022 passa a usar a Encuesta Permanente de Empleo Nacional (EPEN), desenhada para publicar com mais frequência. As duas pesquisas não se sobrepõem no que este site consegue conferir (a ENAHO parou de circular em tabela própria depois de 2021), então a quebra fica registrada aqui, não escondida atrás de um número só.
| Período | Desemprego | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2025 | 4,9% | −0,7 p.p. |
| 2024 | 5,6% | +0,2 p.p. |
| 2023 | 5,4% | +0,7 p.p. |
| 2022 | 4,7% | −1,0 p.p. |
| 2021 | 5,7% | −1,7 p.p. |
| 2020 | 7,4% | +3,5 p.p. |
| 2019 | 3,9% | 0,0 p.p. |
| 2018 | 3,9% | −0,2 p.p. |
| 2017 | 4,1% | −0,1 p.p. |
| 2016 | 4,2% | +0,7 p.p. |
| 2015 | 3,5% | −0,2 p.p. |
| 2014 | 3,7% | −0,2 p.p. |
| 2013 | 3,9% | +0,2 p.p. |
| 2012 | 3,7% | −0,3 p.p. |
| 2011 | 4,0% | −0,1 p.p. |
| 2010 | 4,1% | −0,4 p.p. |
| 2009 | 4,5% | −0,1 p.p. |
| 2008 | 4,6% | — |