Quantas pessoas estavam sem trabalho e procurando no México, pela ENOE trimestral completa.
O numerador da taxa de desocupação: o contingente de pessoas de 15 anos ou mais sem trabalho e procurando, medido pela ENOE trimestral — a versão completa da pesquisa, não o boletim mensal do IOOE.
Por que trimestral, e as outras quatro séries da família mensais. O boletim mensal do INEGI publica as taxas todo mês, mas cita contingentes absolutos só no texto, sem uma série própria com ID estável. Quem publica o contingente com histórico contínuo desde 2005 é a ENOE trimestral completa — a mesma pesquisa, uma edição por trimestre, com o detalhamento que o IOOE mensal não tem. indicators.frequency é por série, não por família: o gráfico deste indicador mostra um ponto por trimestre; os outros quatro, um por mês.
Por que olhar o número absoluto. A taxa é uma razão e se move pelos dois lados: cai se o desemprego cai, e cai também se a PEA cresce mais rápido que ele. O contingente só conta pessoas.
De onde vem. A Encuesta Nacional de Ocupación y Empleo (ENOE) é a pesquisa domiciliar do INEGI sobre o mercado de trabalho mexicano, a pessoas de 15 anos ou mais. O INEGI publica dois produtos com a mesma pesquisa: o Indicador Oportuno de Ocupación y Empleo (IOOE), mensal, com as taxas — as cinco séries desta família vêm dele, exceto o contingente de desocupados —, e a ENOE completa, trimestral, com os contingentes absolutos e o detalhamento por setor, escolaridade e posição na ocupação.
Original, não dessazonalizada. Cada série aqui é a "cifra original" do IOOE, a que o boletim mensal do INEGI mancheta. O INEGI também publica uma versão dessazonalizada, mas trimestral, numa seção à parte do próprio boletim — não é o que o noticiário mexicano cita.
A quebra de abril a junho de 2020. A pandemia interrompeu a coleta presencial da ENOE; o INEGI foi a campo por telefone com a ETOE (Encuesta Telefónica de Ocupación y Empleo), uma pesquisa experimental que o próprio instituto avisa não ser estritamente comparável. Os três meses aparecem aqui — o INEGI os publica como parte da série oficial —, com uma nota no gráfico. Em julho de 2020 a ENOE presencial voltou com desenho atualizado, a "ENOE, Nueva Edición": a série segue contínua no BIE, sem um segundo corte visível.
| Período | Desocupados | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2º tri 2026 | 1,64 milhões | +4,9% |
| 1º tri 2026 | 1,56 milhões | −0,1% |
| 4º tri 2025 | 1,56 milhões | −11,8% |
| 3º tri 2025 | 1,77 milhões | +9,0% |
| 2º tri 2025 | 1,62 milhões | +9,0% |
| 1º tri 2025 | 1,49 milhões | −5,0% |
| 4º tri 2024 | 1,57 milhões | −14,9% |
| 3º tri 2024 | 1,84 milhões | +13,3% |
| 2º tri 2024 | 1,63 milhões | +5,4% |
| 1º tri 2024 | 1,54 milhões | −5,9% |
| 4º tri 2023 | 1,64 milhões | −10,2% |
| 3º tri 2023 | 1,83 milhões | +7,7% |
| 2º tri 2023 | 1,69 milhões | +6,1% |
| 1º tri 2023 | 1,60 milhões | −11,1% |
| 4º tri 2022 | 1,80 milhões | −12,0% |
| 3º tri 2022 | 2,04 milhões | +6,4% |
| 2º tri 2022 | 1,92 milhões | −4,4% |
| 1º tri 2022 | 2,01 milhões | −6,7% |
| 4º tri 2021 | 2,15 milhões | −13,0% |
| 3º tri 2021 | 2,47 milhões | +1,9% |
| 2º tri 2021 | 2,43 milhões | +0,6% |
| 1º tri 2021 | 2,41 milhões | −4,6% |
| 4º tri 2020 | 2,53 milhões | −8,4% |
| 3º tri 2020 | 2,76 milhões | +22,0% |
| 2º tri 2020 | 2,26 milhões | +15,7% |
| 1º tri 2020 | 1,96 milhões | +1,2% |
| 4º tri 2019 | 1,93 milhões | −9,2% |
| 3º tri 2019 | 2,13 milhões | +6,5% |
| 2º tri 2019 | 2,00 milhões | +7,2% |
| 1º tri 2019 | 1,86 milhões | +2,8% |
| 4º tri 2018 | 1,81 milhões | −4,9% |
| 3º tri 2018 | 1,91 milhões | +4,0% |
| 2º tri 2018 | 1,83 milhões | +8,9% |
| 1º tri 2018 | 1,68 milhões | −7,0% |
| 4º tri 2017 | 1,81 milhões | −5,0% |
| 3º tri 2017 | 1,91 milhões | +3,1% |
| 2º tri 2017 | 1,85 milhões | +2,9% |
| 1º tri 2017 | 1,80 milhões | −4,6% |
| 4º tri 2016 | 1,88 milhões | −12,3% |
| 3º tri 2016 | 2,15 milhões | +3,7% |
| 2º tri 2016 | 2,07 milhões | −2,0% |
| 1º tri 2016 | 2,11 milhões | −4,2% |
| 4º tri 2015 | 2,20 milhões | −8,3% |
| 3º tri 2015 | 2,40 milhões | +6,7% |
| 2º tri 2015 | 2,25 milhões | +3,9% |
| 1º tri 2015 | 2,17 milhões | −3,7% |
| 4º tri 2014 | 2,25 milhões | −16,6% |
| 3º tri 2014 | 2,70 milhões | +8,0% |
| 2º tri 2014 | 2,50 milhões | +2,3% |
| 1º tri 2014 | 2,44 milhões | +2,3% |
| 4º tri 2013 | 2,39 milhões | −11,0% |
| 3º tri 2013 | 2,68 milhões | +4,9% |
| 2º tri 2013 | 2,56 milhões | +4,3% |
| 1º tri 2013 | 2,45 milhões | −0,1% |
| 4º tri 2012 | 2,46 milhões | −5,8% |
| 3º tri 2012 | 2,61 milhões | +7,1% |
| 2º tri 2012 | 2,44 milhões | +0,4% |
| 1º tri 2012 | 2,43 milhões | +0,1% |
| 4º tri 2011 | 2,43 milhões | −11,3% |
| 3º tri 2011 | 2,74 milhões | +7,3% |
| 2º tri 2011 | 2,55 milhões | +3,5% |
| 1º tri 2011 | 2,46 milhões | −2,4% |
| 4º tri 2010 | 2,52 milhões | −6,3% |
| 3º tri 2010 | 2,69 milhões | +7,7% |
| 2º tri 2010 | 2,50 milhões | −0,1% |
| 1º tri 2010 | 2,50 milhões | −0,6% |
| 4º tri 2009 | 2,52 milhões | −14,6% |
| 3º tri 2009 | 2,95 milhões | +23,6% |
| 2º tri 2009 | 2,38 milhões | +3,2% |
| 1º tri 2009 | 2,31 milhões | +19,9% |
| 4º tri 2008 | 1,93 milhões | +1,2% |
| 3º tri 2008 | 1,90 milhões | +20,1% |
| 2º tri 2008 | 1,58 milhões | −10,6% |
| 1º tri 2008 | 1,77 milhões | +11,1% |
| 4º tri 2007 | 1,60 milhões | −7,8% |
| 3º tri 2007 | 1,73 milhões | +16,1% |
| 2º tri 2007 | 1,49 milhões | −15,1% |
| 1º tri 2007 | 1,76 milhões | +9,3% |
| 4º tri 2006 | 1,61 milhões | −9,6% |
| 3º tri 2006 | 1,78 milhões | +29,6% |
| 2º tri 2006 | 1,37 milhões | −10,5% |
| 1º tri 2006 | 1,53 milhões | +13,5% |
| 4º tri 2005 | 1,35 milhões | −16,9% |
| 3º tri 2005 | 1,62 milhões | +10,6% |
| 2º tri 2005 | 1,47 milhões | −9,5% |
| 1º tri 2005 | 1,62 milhões | — |