O mesmo custo anual, com cada ano corrigido pelo IPC — o que o programa custaria em euros de hoje.
O custo anual do RSA, com cada ano trazido para os preços do último ano fechado do IPC do INSEE. É a série que responde "o programa ficou mais caro de verdade?" sem que a inflação responda por ela.
A alta real é menor que a nominal. Em euros correntes o custo subiu 65% de 2009 a 2024; a preços de hoje, a alta é bem mais modesta — parte do aumento nominal é só inflação acumulada em quinze anos.
A fonte já publica em euros constantes de 2024: a DREES divulga a série de despesa diretamente deflacionada pelo IPC anual, com 2024 como ano-base. Este indicador reancora essa série no último ano fechado do IPC, que muda a cada ingestão — daí o nome "a preços de hoje" acompanhar a data.
Não inclui a Prime d'activité. Até 2015 o RSA tinha uma segunda parte, o "RSA activité", que completava a renda de quem trabalhava e ganhava pouco. Em 1º de janeiro de 2016 essa parte virou um benefício à parte, a Prime d'activité (PPA) — parecida com o crédito de imposto de renda para trabalhadores de baixa renda dos Estados Unidos (EITC), sem equivalente direto no Brasil. O que esta página publica é só o "RSA socle": a renda mínima para quem não tem trabalho ou tem renda muito baixa. A PPA tem mais que o dobro de beneficiários do RSA socle, mas é outro programa, com outra lógica.
| Período | Custo real | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2024 | € 12,5 bi | −0,8% |
| 2023 | € 12,6 bi | −2,6% |
| 2022 | € 12,9 bi | −7,3% |
| 2021 | € 13,9 bi | −5,0% |
| 2020 | € 14,7 bi | +8,2% |
| 2019 | € 13,6 bi | +0,3% |
| 2018 | € 13,5 bi | +1,2% |
| 2017 | € 13,3 bi | −0,5% |
| 2016 | € 13,4 bi | +1,7% |
| 2015 | € 13,2 bi | +6,7% |
| 2014 | € 12,4 bi | +8,3% |
| 2013 | € 11,4 bi | +8,2% |
| 2012 | € 10,6 bi | +3,3% |
| 2011 | € 10,2 bi | +1,9% |
| 2010 | € 10,0 bi | +3,4% |
| 2009 | € 9,7 bi | — |