Homicídios dolosos por 100 mil habitantes: 38,9 em 2024, depois do pico de 45,9 em 2023.
Os homicídios por 100 mil habitantes, na taxa que a própria UNODC publica — bate com a contagem dividida pela população do Banco Mundial (SP.POP.TOTL) em todos os anos da série.
Foi de 17,7 em 2009 a 5,8 em 2016 e 2017, os menores valores, e depois 45,9 em 2023 — mais que o quádruplo da taxa uruguaia (10,4 em 2025) e quase seis vezes a americana do pico de 2020–2021 (7,8).
O número é o que o próprio governo equatoriano reportou à ONU, pelo questionário UN-CTS (UN Survey of Crime Trends and Operations of Criminal Justice Systems) ou na revisão de pré-publicação dos indicadores dos ODS (SDG-PrePub), lido pela API do SDG Indicators Database. A série começa em 2009: antes disso, ou a UNODC não tem BOTHSEX para o ano, ou a fonte é a Organization of American States (OAS) republicando o dado nacional — mantido fora para não misturar fonte dentro da mesma série (ver decisão no cabeçalho do script).
2022 a 2024 é uma virada, não um erro de leitura. O óbito por agressão salta de 1.332 em 2021 para 4.451 em 2022 e 7.308 em 2023 — a taxa de homicídio doloso (UNODC) vai de 14,1 por 100 mil em 2021 para 45,9 em 2023, a maior da série. As duas fontes, independentes uma da outra, registram a mesma virada no mesmo intervalo de anos.
| Período | Taxa de homicídios | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2024 | 39,0 | −15,1% |
| 2023 | 45,9 | +67,3% |
| 2022 | 27,4 | +94,3% |
| 2021 | 14,1 | +80,4% |
| 2020 | 7,8 | +14,0% |
| 2019 | 6,9 | +17,5% |
| 2018 | 5,8 | +0,9% |
| 2017 | 5,8 | −0,3% |
| 2016 | 5,8 | −10,1% |
| 2015 | 6,5 | −20,9% |
| 2014 | 8,2 | −25,1% |
| 2013 | 10,9 | −11,6% |
| 2012 | 12,3 | −19,3% |
| 2011 | 15,3 | −12,1% |
| 2010 | 17,4 | −1,8% |
| 2009 | 17,7 | — |