Vítimas de homicídio consumado no país: 1.091 em 2025, o terceiro ano seguido de queda.
Vítimas de homicídio consumado — matar alguém com intenção, excluindo tentativas — no levantamento do Ministério Público consolidado pelo Centro para la Prevención de Homicidios. Conta a vítima, não o fato.
A série começa em 2018 porque é quando o Observatório de Homicídios passou a padronizar o registro nacional; não há uma base equivalente para trás.
Foram 845 vítimas em 2018, um pico de 1.330 em 2022 e 1.091 em 2025 — o terceiro ano seguido de queda, embora ainda 29% acima de 2018.
A comparação regional é de régua parecida, não igual. A Argentina não tem Atlas da Violência e mede pelo SNIC, registro policial como este; os Estados Unidos têm as duas réguas, e a taxa do CDC, pela declaração de óbito, ficou em 5,9 por 100 mil em 2024, acima da chilena.
O número é do Centro para la Prevención de Homicidios y Delitos Violentos, o observatório de homicídios da Subsecretaría de Prevención del Delito, criado por lei em 2023. A base reúne uma vítima de homicídio consumado por linha, com sexo, idade, arma e comuna, desde 2018 — é registro do Ministério Público, não declaração de óbito.
| Período | Homicídios | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2025 | 1.091 | −9,8% |
| 2024 | 1.209 | −3,2% |
| 2023 | 1.249 | −6,1% |
| 2022 | 1.330 | +46,8% |
| 2021 | 906 | −18,7% |
| 2020 | 1.115 | +20,7% |
| 2019 | 924 | +9,3% |
| 2018 | 845 | — |