Nicolás Maduro, ex-presidente da Venezuela, foi capturado em janeiro de 2026 por forças dos EUA e está sob custódia em Nova York, acusado de narcotráfico. Sua queda levou a um período de incerteza, com Delcy Rodríguez assumindo a presidência interina e os EUA reivindicando a administração direta dos recursos petrolíferos. O novo governo venezuelano, apelidado de "Chavismo 3.0", busca uma reacomodação política e econômica, priorizando perfis técnicos e a negociação com os Estados Unidos, enquanto enfrenta uma crise humanitária e econômica.
Nicolás Maduro Moros é o ex-presidente da Venezuela, atualmente deposto e sob custódia dos Estados Unidos em uma penitenciária de Nova York após uma operação militar. Sua liderança foi marcada por tensões políticas extremas, sanções internacionais e acusações de narcotráfico como líder do "Cartel de los Soles". Após sua captura em 3 de janeiro de 2026, o país entrou em um período de incerteza sob a presidência interina de Delcy Rodríguez, enquanto o governo de Donald Trump reivindica a administração direta dos recursos petrolíferos e da economia venezuelana por tempo indeterminado. A nova fase do governo venezuelano, apelidada de "Chavismo 3.0", busca uma reacomodação política e econômica, priorizando perfis técnicos e a negociação com os Estados Unidos, ao mesmo tempo em que tenta manter o controle interno e a fachada de soberania.
Maduro assumiu a presidência em 2013, sucedendo Hugo Chávez. Em agosto de 2025, os EUA dobraram a recompensa por sua captura para US$ 50 milhões, intensificando a pressão que culminou em um bloqueio naval. Em 3 de janeiro de 2026, uma operação de forças de elite capturou Maduro e sua esposa, Cilia Flores, em Caracas. O ataque resultou em cerca de 100 mortes, incluindo civis. Sob custódia americana, Maduro foi levado aos EUA, enquanto a Corte Superior venezuelana designou Delcy Rodríguez para governar por 90 dias. O novo cenário é de crise humanitária e econômica, com a Venezuela cedendo 50 milhões de barris de petróleo aos EUA sob pressão, enquanto a repressão interna contra opositores e jornalistas foi intensificada pelas forças de segurança e milícias. Desde que assumiu a presidência interina em 5 de janeiro de 2026, Delcy Rodríguez iniciou uma reestruturação ministerial, afastando aliados de Maduro e promovendo figuras mais técnicas e com foco econômico. Ela se reuniu com o diretor da CIA e assinou um acordo para a comercialização de petróleo venezuelano pelos EUA, buscando um equilíbrio delicado entre as exigências externas e a manutenção do poder chavista, agora sob a influência dominante dos irmãos Rodríguez.
10 de jan, 2026
5 de jan, 2026
10 de jan, 2026