As Relações Internacionais abrangem o estudo e a prática das interações entre diversos atores globais, como estados e organizações, em áreas como política externa, segurança e economia. Atualmente, o cenário é marcado por uma reconfiguração geopolítica, com a competição entre grandes potências, como EUA, China e Rússia, e tensões em regiões estratégicas como o Ártico. Há esforços de cooperação em investigações transnacionais e negociações de paz, mas também desafios em acordos comerciais, como o UE-Mercosul, e conflitos regionais, evidenciando a complexidade e a dinâmica contínua das interações globais.
As relações internacionais referem-se ao estudo e à prática das interações entre diferentes atores no cenário global, incluindo estados, organizações internacionais, empresas multinacionais e grupos não estatais. Este campo abrange uma vasta gama de temas, como política externa, segurança, economia, direito internacional e questões sociais e culturais que transcendem fronteiras nacionais. Eventos recentes destacam a complexidade e a dinâmica das relações internacionais, com mudanças nas estratégias de grandes potências, cooperação em investigações transnacionais e desafios na formação de acordos comerciais e na segurança regional. O presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, tem enfatizado a importância do diálogo na política internacional, defendendo que "é mais barato conversar do que fazer guerra" e se colocando à disposição para mediar conflitos, como o da Venezuela. No entanto, o Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, reiterou uma linha dura contra o presidente venezuelano Maduro, afirmando que o conflito na Ucrânia "não é nossa guerra", indicando uma postura mais seletiva em intervenções. A Venezuela, por sua vez, enfrenta o que o presidente Nicolás Maduro descreve como uma "campanha de agressão", com apreensões de petroleiros por parte dos EUA, que ele compara a atos de "corsários". A Rússia também criticou as ações dos EUA contra a Venezuela, classificando-as como "pirataria e banditismo", e a China se manifestou, afirmando que as ações americanas violam o direito internacional e são um "ato de intimidação". A Coreia do Norte também condenou as ações dos EUA contra a Venezuela, classificando-as como a "forma mais grave de violação de soberania" e um exemplo da natureza "desonesta e brutal" dos EUA, com consequências catastróficas para as relações regionais e internacionais. Após a prisão de Nicolás Maduro e sua esposa pelos EUA, a China pediu a libertação imediata de ambos, reiterando que a iniciativa norte-americana viola o direito internacional e os princípios da Carta da ONU. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, comentou sobre a prisão de Maduro, afirmando em tom de brincadeira que "se é possível lidar assim com ditadores, os EUA sabem o que fazer", em uma referência velada ao presidente russo, Vladimir Putin. O Irã, por sua vez, acusou os EUA de violar os princípios fundamentais do direito internacional e ameaçar a paz e segurança globais, culpando-os por protestos violentos. A Rússia também expressou oposição à presença militar na Groenlândia, acusando a OTAN de usar a ilha como pretexto para ações anti-Rússia e anti-China e de fabricar ameaças para justificar sua expansão militar.
Contexto histórico e desenvolvimento
A década de 2020 tem sido marcada por uma reconfiguração significativa nas relações internacionais. A administração Trump, em seu primeiro mandato, iniciou uma era de "competição entre grandes potências" com a China e a Rússia. No entanto, em seu segundo mandato, observou-se uma mudança para uma abordagem de cooperação, buscando acordos e uma menor contenção das ambições dessas potências. Essa nova estratégia, detalhada na Estratégia de Segurança Nacional dos EUA, sugere que os assuntos de outros países são preocupação apenas se ameaçarem diretamente os interesses americanos. Isso se manifestou na flexibilização de sanções e proibições comerciais com a China e na busca por uma "estabilidade estratégica" com a Rússia, que inclui a aceitação de conquistas territoriais e a proposta de um acordo de cooperação econômica pós-guerra na Ucrânia. O presidente russo, Vladimir Putin, por sua vez, afirmou que não haverá mais guerras se o Ocidente tratar a Rússia com respeito, classificando como "bobagem" as alegações de um ataque planejado à Europa. Apesar das tensões, negociações de paz para a Ucrânia, mediadas pelos EUA, estão em andamento e foram descritas como construtivas por um enviado do Kremlin. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, tem se reunido com o presidente Trump para discutir o fim da guerra, embora o esforço para acabar com o conflito siga incerto. A Hungria, por sua vez, expressou preocupação com um possível colapso da Ucrânia, que seria um desastre para o país, e defende a necessidade de ajudar a Ucrânia para "valorizar seu próprio pedaço de terra".
Paralelamente, a Europa enfrenta uma "transição de ordem mundial", com a Ucrânia alertando para a necessidade de o continente assumir a responsabilidade por sua própria segurança diante da ameaça russa. Países do leste europeu, como Suécia, Finlândia, Estônia, Letônia, Lituânia, Polônia, Romênia e Bulgária, emitiram uma declaração conjunta pedindo a priorização urgente das defesas do flanco leste da União Europeia contra a Rússia, considerada a ameaça mais significativa à segurança regional. Essa preocupação é intensificada por "operações híbridas complexas" e atos de sabotagem atribuídos à Rússia. A situação de segurança na Europa é ainda mais complexa com a implantação do míssil hipersônico russo Oreshnik, com capacidade nuclear, em Belarus, um país vizinho de membros da OTAN como Polônia, Letônia e Lituânia. Esta implantação, que ocorreu em 18 de dezembro de 2025, segue a instalação de armas nucleares táticas russas em Belarus em 2023, aumentando as tensões regionais. Em janeiro de 2026, após uma reunião da "Coalizão dos Dispostos" em Paris para discutir a guerra na Ucrânia, o chanceler alemão Friedrich Merz citou a garantia de segurança dos EUA, enquanto o presidente francês Emmanuel Macron destacou uma unidade sem precedentes entre os líderes.
No âmbito comercial, o acordo entre o Mercosul e a União Europeia, negociado por 26 anos, enfrenta obstáculos, com o Brasil cobrando França e Itália por sua relutância em assinar o pacto. A França, em particular, expressa receios sobre a competitividade de seus produtos agrícolas frente aos do Mercosul. O presidente francês, Emmanuel Macron, declarou que o país não apoiará o acordo sem novas salvaguardas para os agricultores franceses, que veem o tratado como uma ameaça devido à concorrência de produtos latino-americanos mais baratos e produzidos sob padrões ambientais distintos. A aprovação de mecanismos de salvaguarda pelo Parlamento Europeu visa mitigar esses temores, mas as negociações continuam. A Itália, através de sua primeira-ministra Giorgia Meloni, indicou que pode apoiar o acordo desde que as preocupações dos agricultores italianos sejam atendidas, solicitando um prazo de uma semana a um mês para construir apoio político interno. O presidente Lula expressou frustração com a demora, afirmando que o Mercosul cedeu "tudo que era possível ceder" e que o acordo é mais favorável à UE. A expectativa de assinatura do tratado na cúpula do Mercosul em Foz do Iguaçu em 20 de dezembro de 2025 foi adiada devido à falta de consenso na UE, especialmente com a França e a Itália resistindo à aprovação. A Comissão Europeia, através de Ursula von der Leyen, confirmou o adiamento para janeiro de 2026, mas expressou confiança na conclusão do acordo. Alemanha e Espanha, por outro lado, apoiam o acordo, vendo-o como uma forma de compensar tarifas americanas, reduzir a dependência da China e acessar novos mercados e minerais. Em 2025, o retorno de Donald Trump à Casa Branca marcou uma nova política externa americana, com uma ofensiva protecionista e a imposição de tarifas sobre importações de diversos países, incluindo o Brasil. No entanto, em novembro, Trump retirou a sobretaxa de 200 itens brasileiros após elogiar o presidente Lula e citar "progresso" nas negociações. A Alemanha, sob o novo governo conservador de Friedrich Merz, também enfrenta um cenário de crise econômica e tensões geopolíticas.
Em outro cenário, a cooperação internacional é evidenciada na investigação de um atentado terrorista em Sydney, Austrália, onde Filipinas e Índia colaboram com as autoridades australianas para apurar os detalhes do incidente, que teve motivação extremista e resultou em múltiplas vítimas. Além disso, a Conferência Internacional sobre Paz e Confiança, realizada em Ashgabat, Turcomenistão, destacou como a noção de neutralidade pode ajudar na resolução de conflitos e crises, marcando os 30 anos de neutralidade permanente do país. No norte da África, a Argélia está em processo de criminalizar o domínio colonial francês, com um projeto de lei a ser votado no parlamento, o que pode impactar as relações entre os dois países. A Colômbia, por sua vez, reafirmou seu compromisso de continuar cooperando com as autoridades americanas em janeiro de 2026.
Tensões Geopolíticas no Ártico
A região do Ártico tem se tornado um ponto focal de tensões geopolíticas, com a Groenlândia, um território dinamarquês, ganhando importância estratégica. A Rússia manifestou forte oposição à presença militar na Groenlândia, acusando a OTAN de utilizar a ilha como pretexto para justificar ações anti-Rússia e anti-China. Moscou alega que a OTAN está fabricando ameaças para expandir sua presença militar na região, o que contribui para a escalada das tensões no Ártico.
Linha do tempo
Outubro de 2025: Trump e Xi Jinping chegam a uma trégua comercial, com a China concordando em combater precursores de fentanil e comprar produtos agrícolas dos EUA.
Novembro de 2025: Atiradores do atentado em Sydney viajam para as Filipinas, permanecendo lá por quase todo o mês.
Dezembro de 2025:
12 de dezembro: Trump levanta a proibição de exportação de chips Nvidia H200 para a China, sinalizando uma mudança na política de competição entre grandes potências.
15 de dezembro: Macron e Meloni concordam em adiar a votação do acordo UE-Mercosul.
16 de dezembro:
Países da UE vizinhos à Rússia pedem priorização urgente das defesas do flanco leste do bloco.
Filipinas e Índia contribuem com a investigação do atentado em Sydney, Austrália.
Parlamento Europeu aprova mecanismos de salvaguarda para importações agrícolas no acordo UE-Mercosul.
Presidente Lula cobra França e Itália por assinatura do acordo UE-Mercosul.
17 de dezembro:
Ministro da Defesa da Ucrânia, Denys Shmyhal, alerta a Europa para a necessidade de assumir a responsabilidade por sua segurança.
Presidente Lula, em reunião ministerial, defende o diálogo internacional e afirma ter dito a Trump que "é mais barato conversar do que fazer guerra", oferecendo-se para mediar o diálogo com a Venezuela.
Lula expressa frustração com a indecisão da UE sobre o acordo Mercosul-UE, afirmando que o Mercosul cedeu tudo o que era possível.
18 de dezembro:
Primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, afirma que o país pode apoiar o acordo UE-Mercosul se as preocupações dos agricultores italianos forem atendidas, pedindo mais tempo para construir apoio interno.
Belarus anuncia a implantação do míssil hipersônico russo Oreshnik, com capacidade nuclear, em seu território.
19 de dezembro:
Noticiário europeu destaca as principais notícias do dia.
Presidente russo Vladimir Putin afirma que não haverá mais guerras se o Ocidente tratar a Rússia com respeito.
Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, reitera linha dura contra Maduro e afirma que o conflito na Ucrânia "não é nossa guerra".
20 de dezembro:
Cúpula do Mercosul em Foz do Iguaçu, com expectativa de assinatura do acordo com a UE, que foi adiada para janeiro de 2026.
Turcomenistão celebra 30 anos de neutralidade permanente em conferência internacional em Ashgabat.
21 de dezembro:
Negociações de paz na Flórida sobre o plano dos EUA para a Ucrânia são descritas como construtivas por um enviado do Kremlin.
Parlamento argelino votará projeto de lei para criminalizar o domínio colonial francês.
Primeiro-ministro húngaro Viktor Orbán afirma que o colapso da Ucrânia seria um desastre para a Hungria.
Presidente venezuelano Nicolás Maduro denuncia apreensão de petroleiros pelos EUA, classificando-os como atos de "corsários".
25 de dezembro:
Rússia compara bloqueio dos EUA à Venezuela com "pirataria e banditismo".
26 de dezembro:
Volodymyr Zelensky anuncia que conversará com Donald Trump no domingo sobre o fim da guerra na Ucrânia.
28 de dezembro:
Volodymyr Zelensky se reúne com Donald Trump em clube privado na Flórida para discutir o fim da guerra na Ucrânia.
29 de dezembro:
Embaixada russa publica vídeo com inteligência artificial mostrando Putin como Papai Noel, Maduro como DJ e Zelensky preso.
Janeiro de 2026:
3 de janeiro: China afirma que a ação dos EUA na Venezuela viola o direito internacional.
4 de janeiro:
Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, são capturados pelas autoridades dos EUA em Caracas e detidos em Nova York, acusados de narcoterrorismo, conspiração para importação de cocaína, posse de metralhadoras e dispositivos explosivos, e conspiração para posse de metralhadoras. Donald Trump anuncia que os EUA pretendem conduzir a Venezuela por meio de um "grupo" em formação até uma transição de poder.
Coreia do Norte condena os ataques dos EUA à Venezuela como a "forma mais grave de violação de soberania" e um exemplo da natureza "desonesta e brutal" dos EUA.
China pede a libertação imediata de Nicolás Maduro e sua esposa, reiterando que a iniciativa norte-americana viola o direito internacional e os princípios da Carta da ONU.
Volodymyr Zelensky comenta sobre a prisão de Maduro, afirmando em tom de brincadeira que "se é possível lidar assim com ditadores, os EUA sabem o que fazer", em uma referência velada a Putin.
5 de janeiro: Ministros colombianos se comprometem a continuar cooperando com as autoridades americanas.
7 de janeiro:
Em reunião da "Coalizão dos Dispostos" em Paris, o chanceler alemão Friedrich Merz cita a garantia de segurança dos EUA para a Ucrânia, e o presidente francês Emmanuel Macron destaca a unidade sem precedentes entre os líderes.
China sobe o tom contra os EUA sobre a Venezuela e fala em “ato de intimidação”.
9 de janeiro: Irã diz à ONU que EUA são culpados por protestos violentos.
15 de janeiro: Rússia se opõe à presença militar na Groenlândia e acusa OTAN de "ameaças fabricadas" para justificar ações anti-Rússia e anti-China.
Principais atores
Estados Unidos: Presidente Trump e sua administração, com uma nova Estratégia de Segurança Nacional. Secretário de Estado Marco Rubio. Envolvido em negociações de paz para a Ucrânia e em ações contra a Venezuela, incluindo a prisão de Nicolás Maduro e sua esposa. Donald Trump retorna à Casa Branca em janeiro de 2025, implementando uma ofensiva protecionista e tarifas comerciais, mas retirando sobretaxas de produtos brasileiros em novembro de 2025. O país também inaugurou uma presença militar significativa na costa da América Latina em agosto de 2025 para combater o tráfico de drogas, com ataques no Caribe e Pacífico. Acusado pelo Irã de violar o direito internacional e ameaçar a paz e segurança globais.
China: Presidente Xi Jinping, envolvido em acordos comerciais e geopolíticos com os EUA. Criticou as ações dos EUA contra a Venezuela, classificando-as como um "ato de intimidação", e pediu a libertação de Maduro e sua esposa. Acusada pela Rússia de ser alvo de "ameaças fabricadas" pela OTAN na Groenlândia.
Rússia: Presidente Vladimir Putin, considerado uma ameaça à segurança europeia e envolvido em negociações de paz na Ucrânia. Aliado com Belarus. Criticou as ações dos EUA contra a Venezuela. Sua embaixada publicou um vídeo com IA mostrando Putin como Papai Noel e Zelensky preso. Oposta à presença militar na Groenlândia, acusando a OTAN de "ameaças fabricadas" para justificar ações anti-Rússia e anti-China.
Ucrânia: Presidente Volodymyr Zelensky, Ministro da Defesa Denys Shmyhal, alertando a Europa sobre a ameaça russa. Objeto de negociações de paz e preocupação para a Hungria. Zelensky se reúne com Trump para discutir o fim da guerra e comenta sobre a prisão de Maduro.
União Europeia (UE): Países membros como Suécia, Finlândia, Estônia, Letônia, Lituânia, Polônia, Romênia e Bulgária (preocupados com a segurança do flanco leste), França (Presidente Macron) e Itália (Primeira-Ministra Meloni) (relutantes no acordo com o Mercosul), e o Parlamento Europeu. Presidente da Comissão Europeia Ursula von der Leyen. Alemanha (Chanceler Friedrich Merz) e Espanha (Primeiro-Ministro Pedro Sánchez) apoiam o acordo com o Mercosul. A Alemanha elegeu Friedrich Merz como chanceler federal em fevereiro de 2025.
OTAN: Organização do Tratado do Atlântico Norte, acusada pela Rússia de fabricar ameaças e usar a Groenlândia como pretexto para ações anti-Rússia e anti-China.
Mercosul: Bloco comercial sul-americano, buscando a finalização do acordo com a UE. Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (Brasil).
Austrália: Autoridades investigando o atentado em Sydney.
Filipinas: Autoridades contribuindo com a investigação do atentado em Sydney.
Índia: Autoridades contribuindo com a investigação do atentado em Sydney.
Belarus: Presidente Alexander Lukashenko, aliado da Rússia e local de implantação de mísseis nucleares russos.
Turcomenistão: País que celebra 30 anos de neutralidade permanente.
Venezuela: Presidente Nicolás Maduro e sua esposa Cilia Flores, enfrentando sanções e apreensões de petroleiros pelos EUA, e recebendo apoio da Rússia e da China. Maduro foi retratado como DJ em vídeo da embaixada russa e posteriormente capturado e detido pelos EUA.
Hungria: Primeiro-ministro Viktor Orbán, preocupado com o colapso da Ucrânia.
Argélia: Parlamento argelino, propondo projeto de lei para criminalizar o domínio colonial francês.
Brasil: Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, elogiado por Trump, que retirou tarifas sobre produtos brasileiros. O país também foi palco da Operação Contenção no Rio de Janeiro, a mais letal da história recente, e da condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado.
Vaticano: Novo Papa Leão XIV (Robert Francis Prevost), eleito em maio de 2025, o primeiro papa americano.
Coreia do Norte: Ministério das Relações Exteriores, condenando as ações dos EUA contra a Venezuela.
Colômbia: Ministros, comprometendo-se a continuar cooperando com as autoridades americanas.
Irã: Embaixador na ONU, acusando os EUA de violar o direito internacional e ameaçar a paz e segurança globais.
Groenlândia: Território dinamarquês, com crescente importância estratégica no Ártico, alvo de oposição russa à presença militar da OTAN.
Termos importantes
Competição entre Grandes Potências: Conceito que descreve a rivalidade estratégica e geopolítica entre nações influentes, como EUA, China e Rússia.
Estratégia de Segurança Nacional: Documento que delineia os interesses de segurança de um país e as abordagens para protegê-los.
Operações Híbridas: Ações que combinam táticas militares e não militares, como ciberataques, desinformação e sabotagem, para desestabilizar um adversário.
Acordo UE-Mercosul: Tratado comercial em negociação entre a União Europeia e o Mercosul, visando liberalizar o comércio de bens e serviços.
Mecanismos de Salvaguarda: Cláusulas em acordos comerciais que permitem a suspensão temporária de benefícios tarifários para proteger setores domésticos de um país em caso de danos significativos.
Transição de Ordem Mundial: Período de mudança fundamental na estrutura e dinâmica do sistema internacional, com a emergência de novas potências e rearranjos nas relações globais.
Flanco Leste da UE: Região geográfica da União Europeia que faz fronteira com a Rússia e Belarus, considerada estratégica para a segurança do bloco.
Estado Islâmico (EI): Grupo extremista jihadista que reivindica responsabilidade por ataques terroristas globalmente, servindo de inspiração para atos de violência.
Hanukkah: Festival judaico das luzes, celebrado por oito noites e dias.
Míssel Hipersônico Oreshnik: Míssel russo de nova geração, com capacidade nuclear, capaz de voar em velocidades hipersônicas, implantado em Belarus.
Neutralidade Permanente: Status de um estado que se compromete a não participar de conflitos armados ou alianças militares, como o Turcomenistão.
Corsários: Termo usado para descrever navios ou pessoas que, com autorização de um governo, atacam navios de nações inimigas, similar à pirataria, mas com respaldo estatal. Usado por Maduro para descrever as ações dos EUA.
Pirataria e Banditismo: Termos usados pela Rússia para descrever as ações dos EUA contra a Venezuela, implicando ilegalidade e roubo.
Criminalização do Domínio Colonial: Projeto de lei na Argélia que busca tornar ilegal o período de colonização francesa, com implicações nas relações diplomáticas.
Operação Contenção: Megaoperação policial no Rio de Janeiro, em outubro de 2025, que resultou em 121 mortos, a mais letal da história recente do Brasil.
Lei da Anistia: Lei brasileira que anistiou crimes políticos cometidos durante a ditadura militar, cuja aplicação a crimes de sequestro e cárcere privado está sendo reavaliada pelo STF.
Lei Magnitsky: Lei dos EUA que autoriza o governo a sancionar indivíduos que considera terem cometido violações de direitos humanos ou corrupção, bloqueando seus ativos e proibindo-os de entrar no país.
Projeto de Lei da Dosimetria: Projeto de lei brasileiro que visa reduzir drasticamente o tempo de pena para condenados, incluindo o ex-presidente Bolsonaro e réus da destruição da Praça dos Três Poderes.
Cessar-fogo em Gaza: Acordo de trégua entre Israel e Hamas em outubro de 2025, mediado pelos EUA, após dois anos de conflito.
Geração Z: Geração de jovens nascidos aproximadamente entre meados da década de 1990 e o início dos anos 2010, que em 2025 lideraram protestos em massa contra condições de vida precárias, censura e corrupção em diversos países.
COP30: Conferência do Clima da ONU, realizada em Belém em 2025, que discutiu catástrofes climáticas e um polêmico texto final sem a inclusão de uma rota de abandono dos combustíveis fósseis.
Tarifaço: Imposição de tarifas elevadas sobre importações, como as implementadas por Donald Trump em 2025.
Leão XIV: Nome papal adotado por Robert Francis Prevost, o primeiro papa americano, eleito em maio de 2025.
Joias da Coroa: Tesouros históricos, como os roubados do Museu do Louvre em outubro de 2025.
Coalizão dos Dispostos: Grupo de líderes reunidos para discutir a guerra na Ucrânia, com foco na garantia de segurança e unidade.
Narcoterrorismo: Termo que descreve a ligação entre o tráfico de drogas e atividades terroristas, usado nas acusações contra Nicolás Maduro.
Violação de Soberania: Ato de um estado que interfere nos assuntos internos ou externos de outro estado sem seu consentimento, considerado uma grave infração ao direito internacional.
Carta da ONU: Documento fundador das Nações Unidas, que estabelece os princípios e propósitos da organização, incluindo a soberania e a não-intervenção nos assuntos internos dos estados membros.
Ato de Intimidação: Termo usado pela China para descrever as ações dos EUA contra a Venezuela, indicando uma postura agressiva e coercitiva.
Ameaças Fabricadas: Acusação feita pela Rússia de que a OTAN cria pretextos para justificar sua expansão militar e ações contra outros países.
Tensão Geopolítica no Ártico: Aumento da rivalidade e preocupações com segurança e recursos na região polar norte, envolvendo diversos atores internacionais.