O filho de Nicolás Maduro, Nicolás Maduro Guerra, revelou que temeu pela vida do pai durante a incursão militar dos EUA que o depôs em janeiro, e detalhou sua rotina na prisão.
O filho de Nicolás Maduro, ex-ditador da Venezuela, Nicolás Maduro Guerra, revelou que ele e outros próximos temeram pela vida de seu pai durante a incursão militar dos Estados Unidos que o depôs em janeiro. A declaração foi feita em entrevista ao jornal espanhol El País, publicada neste domingo (3).
Segundo Maduro Guerra, a incursão ocorreu em 3 de janeiro de 2026, e a percepção geral era de que o ex-ditador não sobreviveria ao confronto. Ele citou um áudio do pai dizendo: "Nico, estão bombardeando. Que a pátria siga lutando, vamos em frente". A operação resultou em bombardeios em Caracas e cerca de 100 mortes, com Delcy Rodríguez assumindo a presidência interinamente. Maduro está detido em um presídio de segurança máxima no Brooklyn, ao lado de sua esposa, Cilia Flores, e, segundo o filho, lê a Bíblia obsessivamente, pergunta pela família, Assembleia Nacional e futebol, e espera que o julgamento nos EUA ocorra dentro da legalidade.
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