Crise no STF trava julgamentos sobre pejotização e reforma da Previdência
O impasse institucional no STF suspende a análise de temas econômicos cruciais, enquanto o impacto político da crise será medido pelo Datafolha.
Pontos principais
- O STF enfrenta uma crise institucional envolvendo os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça no caso Banco Master.
- O impasse trava o julgamento de ações sobre pejotização, uberização e reforma da Previdência.
- O Datafolha realizará uma pesquisa entre 15 e 17 de setembro para medir o impacto eleitoral da crise no Supremo.
- Dados anteriores indicam que 76% dos brasileiros consideram que os ministros do STF possuem poderes excessivos.
O Supremo Tribunal Federal atravessa uma crise institucional relacionada ao caso Banco Master, envolvendo os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça. Esse cenário de instabilidade impacta diretamente o julgamento de ações de grande alcance econômico, mantendo temas fundamentais como a pejotização, a uberização e a reforma da Previdência com suas análises travadas na Corte.
Em meio a esse impasse, o Datafolha anunciou que incluirá em sua próxima pesquisa, prevista para o dia 17 de setembro, perguntas sobre o impacto dessa crise na percepção do eleitorado. O levantamento, registrado sob o número BR-04029/2026, busca entender se o confronto entre os magistrados e a percepção de que o STF detém poderes excessivos, compartilhada por 76% da população, influenciará o cenário político nacional.
