Defesa de Bolsonaro pede prisão domiciliar humanitária ao STF
A defesa de Jair Bolsonaro formalizou um novo pedido de prisão domiciliar humanitária ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, após o ex-presidente ser internado com pneumonia bacteriana bilateral. O senador Flávio Bolsonaro se reuniu com Moraes para reforçar o pedido.
Pontos principais
- A defesa de Jair Bolsonaro solicitou novamente a prisão domiciliar ao ministro Alexandre de Moraes, do STF.
- O pedido ocorre após Bolsonaro ser internado em um hospital privado de Brasília com pneumonia bacteriana bilateral, decorrente de broncoaspiração.
- Aliados políticos, como Ciro Nogueira, Tarcísio de Freitas e Valdemar Costa Neto, relatam o quadro de saúde aos ministros do STF.
- O senador Flávio Bolsonaro se reuniu com Alexandre de Moraes para reforçar o pedido de prisão domiciliar.
- Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses na Papudinha por tentativa de golpe de Estado.
- A defesa argumenta que, apesar da melhora clínica, a permanência em custódia expõe o quadro clínico a risco progressivo.
- Advogados citam um relatório médico atualizado que aponta riscos de novos episódios de saúde devido à fragilidade clínica de Bolsonaro.
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro formalizou um novo pedido de prisão domiciliar de caráter humanitário ao ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF). O pedido foi motivado pela internação de Bolsonaro em um hospital privado de Brasília com pneumonia bacteriana bilateral, após um episódio de broncoaspiração. Ele havia sido internado com broncopneumonia e chegou a passar pela UTI, mas apresentou melhora clínica.
Aliados políticos, incluindo Ciro Nogueira, Tarcísio de Freitas e Valdemar Costa Neto, estão em contato com ministros do STF para reforçar o argumento humanitário. O senador Flávio Bolsonaro também se reuniu com Alexandre de Moraes para reforçar o pedido, citando a preocupação com a saúde do ex-presidente. A defesa utiliza o agravamento do estado de saúde de Bolsonaro, que cumpre pena de 27 anos e três meses na Papudinha por tentativa de golpe de Estado, e argumenta que, apesar da melhora clínica, novos episódios de broncoaspiração podem ocorrer, exigindo monitoramento frequente. Advogados citam um relatório médico atualizado que aponta riscos de novos episódios de saúde devido à fragilidade clínica de Bolsonaro, e que a permanência em custódia expõe o quadro clínico a risco progressivo devido à ausência de vigilância contínua.
O boletim médico mais recente indica melhora e resposta favorável ao tratamento com antibióticos. No entanto, Alexandre de Moraes tem negado pedidos anteriores, alegando que as instalações prisionais foram reforçadas para assistência médica adequada.
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