Defesa de Bolsonaro pede extensão de prisão domiciliar ao STF
Advogados solicitam ao ministro Alexandre de Moraes a prorrogação da medida humanitária, cujo prazo atual encerra nesta quinta-feira.
Pontos principais
- O prazo da medida humanitária, concedida em março, expira nesta quinta-feira (25).
- A defesa alega que o ex-presidente necessita de cuidados médicos contínuos incompatíveis com o regime fechado.
- Relatórios médicos apontam riscos de broncoaspiração, quedas e a necessidade de vigilância respiratória constante.
- Caso o pedido seja negado, os advogados solicitam a realização de perícia médica oficial antes de qualquer transferência.
- Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses por tentativa de golpe de estado em 2022.
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro formalizou um pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) para a prorrogação de sua prisão domiciliar humanitária, que expira nesta quinta-feira (25). Os advogados argumentam que o quadro clínico do ex-presidente, que inclui broncopneumonia, exige acompanhamento médico especializado incompatível com o sistema prisional comum. Relatórios anexados ao processo indicam riscos persistentes de broncoaspiração, quedas e a necessidade de vigilância respiratória contínua. Caso o ministro Alexandre de Moraes negue a extensão, a defesa solicita a realização de uma perícia médica oficial antes de qualquer decisão sobre o retorno ao regime fechado. Atualmente, Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses por tentativa de golpe de estado em 2022, mantendo-se sob monitoramento por tornozeleira eletrônica e proibição de uso de redes sociais.
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