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Galípolo propõe restringir acesso de empresas ao FGC

Presidente do BC defende novas regras para evitar que empresas busquem licenças bancárias apenas para acessar garantias do Fundo Garantidor de Crédito.

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Foto: Agência Brasil - EBC
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13/08 às 15:32, atualizado 23:45

Pontos principais

  • Gabriel Galípolo criticou o uso indevido de licenças bancárias por empresas sem vocação para o setor.
  • O objetivo é impedir que instituições busquem o registro apenas para explorar a proteção do FGC.
  • O BC busca inibir a pressão de empresas não bancárias que tentam acessar o fundo sem possuir ativos suficientes.
  • A medida visa preservar a integridade do sistema, em um momento em que o FGC lida com o impacto financeiro de fraudes como a do Banco Master.

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, defendeu a implementação de medidas mais rigorosas para coibir empresas que buscam licenças bancárias com o propósito exclusivo de acessar as garantias do Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Segundo Galípolo, o uso indevido dessas licenças por instituições sem vocação bancária compromete a finalidade do fundo e gera riscos ao sistema financeiro nacional. O presidente do BC destacou que a busca de empresas de menor porte por autorização para atuar como bancos, visando apenas o FGC, é um comportamento indesejável que deve ser inibido para garantir a estabilidade do mercado. A preocupação ganha relevância após o FGC enfrentar o impacto de fraudes, como a do Banco Master, que exigiu o reembolso de R$ 40,6 bilhões e elevou em 60% as contribuições das instituições associadas.

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