CMN e BC apertam regras para captação bancária com garantia do FGC
O Conselho Monetário Nacional (CMN) e o Banco Central (BC) endureceram as regras para captações com garantia do FGC, exigindo lastro em ativos de maior qualidade e investimento em títulos públicos federais.
Pontos principais
- O Conselho Monetário Nacional (CMN) e o Banco Central (BC) anunciaram novas regras para captações financeiras.
- As medidas focam em operações com garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC).
- Instituições financeiras deverão lastrear recursos em ativos de maior qualidade, usando o conceito de Ativo de Referência (AR).
- Bancos que excederem o volume de captação com garantia do FGC em relação ao AR deverão investir em títulos públicos federais.
- A aplicação em títulos públicos federais será implementada gradualmente.
- O objetivo é aumentar a segurança, a solidez e a transparência do sistema financeiro nacional.
O Conselho Monetário Nacional (CMN) e o Banco Central (BC) implementaram novas regras para as captações financeiras no Brasil, com foco principal nas operações que contam com a garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). As instituições financeiras serão obrigadas a lastrear os recursos captados por meio dessas operações em ativos de maior qualidade, introduzindo o conceito de Ativo de Referência (AR) para avaliar a qualidade e diversificação dos ativos.
Além disso, bancos que excederem o volume de captação com garantia do FGC em relação ao AR deverão investir em títulos públicos federais, com aplicação gradual ao longo do tempo. Essa iniciativa conjunta do CMN e do BC tem como objetivo primordial fortalecer a segurança, a solidez e a transparência do sistema financeiro nacional, mitigando riscos e garantindo maior estabilidade para o mercado e para os investidores.
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