O governo Trump estima que o Irã perdeu US$ 4,8 bilhões em receitas de petróleo devido às restrições impostas pelos Estados Unidos no Golfo de Omã. Essa ação, parte de uma estratégia de pressão econômica iniciada em 13 de abril, visa negociar um acordo de paz favorável aos americanos, já que o petróleo representa entre 10% e 15% do Produto Interno Bruto (PIB) iraniano.
As restrições impactam diretamente o Estreito de Ormuz, rota marítima crucial por onde transita 20% do petróleo global. O bloqueio resultou no redirecionamento de mais de 40 embarcações e na retenção de 31 petroleiros iranianos, totalizando 53 milhões de barris de petróleo. Além disso, dois navios foram interceptados e apreendidos por militares dos EUA. O Pentágono ressalta que essa medida está tendo um "impacto decisivo" na capacidade do regime iraniano de financiar o terrorismo.
O bloqueio força o Irã a usar navios antigos como armazenamento flutuante, pois suas instalações terrestres atingiram a capacidade máxima, e a buscar rotas alternativas mais longas e caras para escoar seu petróleo, como para a China. O presidente Trump expressou insatisfação com a proposta de acordo de paz do Irã e afirmou que não retirará as tropas do Oriente Médio até que o país se comprometa a não desenvolver uma bomba nuclear.
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