O Irã acusou os Estados Unidos de violar o cessar-fogo com um bloqueio naval, classificando a ação como "ilegal e criminosa" e uma punição coletiva. O presidente do parlamento iraniano, Mohammed Bagher Qalibaf, reiterou que o Estreito de Ormuz permanecerá restrito enquanto o bloqueio dos EUA aos portos iranianos estiver em vigor, chamando a decisão americana de "ingênua". A reabertura do estreito, anunciada após uma trégua entre Israel e Hezbollah, foi revertida após a declaração de Donald Trump de que o bloqueio aos portos iranianos permaneceria. Disparos contra navios indianos no Golfo Pérsico forçaram seu retorno, restabelecendo o status quo e ameaçando aprofundar a crise energética global.
Em resposta, o presidente Donald Trump acusou o Irã de "violação total" do cessar-fogo no Estreito de Ormuz e ameaçou destruir usinas de energia e pontes no país caso um acordo não seja alcançado. Trump afirmou que é hora de acabar com a 'máquina de matar do Irã' e que o fechamento do Estreito de Ormuz prejudica o Irã em U$ 500 milhões por dia. Negociadores americanos e mediadores paquistaneses trabalham para organizar novas rodadas de conversas diretas entre EUA e Irã, enquanto o impasse no estreito ameaça retomar o conflito.
InfoMoney • 19 abr, 11:01
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