A política dos EUA é um sistema democrático republicano federal dominado por Democratas e Republicanos, com o presidente Donald Trump no centro das decisões atuais. As discussões abrangem desde a liberdade de expressão e regulação da mídia até a política externa, incluindo sanções à Venezuela, propostas de paz para Gaza e a estratégia de defesa no Indo-Pacífico, focada na contenção da China. Internamente, a administração Trump enfrenta críticas sobre a economia e o custo de vida, além de controvérsias sobre tarifas comerciais, um orçamento de defesa recorde de US$ 1,5 trilhão para 2027 (justificado pela guerra com o Irã) e cortes em programas domésticos, gerando tensões entre os poderes e preocupações sobre o equilíbrio democrático.
A política dos Estados Unidos é caracterizada por um sistema democrático republicano federal, com um presidente como chefe de estado e de governo. O cenário político é dominado por dois grandes partidos, o Democrata e o Republicano, e as discussões frequentemente envolvem temas como liberdade de expressão, regulação da mídia e o papel do governo federal. Além de questões internas, a política externa, incluindo acordos de segurança e esforços de paz, bem como a relação com países da América Latina, como a Venezuela, onde sanções econômicas têm sido aplicadas e, mais recentemente, avaliadas para possível retirada, e onde a possibilidade de ações militares sem autorização do Congresso tem sido um ponto de debate, também desempenha um papel central. A relação com a Venezuela é complexa, com a vice-presidente Delcy Rodríguez tendo sido considerada um "alvo prioritário" pelos EUA desde 2022, o que contrasta com a postura recente do presidente Donald Trump, que a tem elogiado como interlocutora preferencial. Recentemente, os EUA também propuseram um plano para uma nova fase em Gaza, focado na desmilitarização e na criação de uma administração palestina temporária. No cenário do Indo-Pacífico, a Estratégia de Defesa Nacional do Pentágono prevê um papel "mais limitado" dos EUA na dissuasão da Coreia do Norte, com a Coreia do Sul assumindo a responsabilidade principal, e foca em garantir que a China não domine os EUA ou seus aliados, sem mencionar Taiwan diretamente. A percepção pública sobre o governo atual, especialmente em relação à economia e ao custo de vida, é um fator importante, com pesquisas indicando insatisfação às vésperas das eleições de meio de mandato. Mais recentemente, a política comercial internacional tem sido um ponto de tensão, com o presidente Donald Trump ameaçando impor tarifas pesadas a países como o Canadá, caso estes avancem em acordos comerciais com a China. Além disso, o presidente Trump tem imposto tarifas globais, elevando-as para 15% sob a Seção 122 da Lei de Comércio de 1974, uma medida que tem sido criticada por democratas no Senado, que prometem bloquear qualquer tentativa de estender essas tarifas, especialmente após uma decisão da Suprema Corte que reforça o poder tributário do Congresso. No ano fiscal de 2027, a Casa Branca solicitou ao Congresso a aprovação de cerca de US$ 1,5 trilhão para a defesa, o que representaria um aumento de aproximadamente 40% em relação ao ano fiscal atual e o maior nível de gastos militares na história moderna, justificado pela guerra em curso com o Irã. Esta proposta inclui cortes de US$ 73 bilhões em diversas agências governamentais, como programas de clima, habitação e educação, além de um aumento no financiamento para segurança de fronteiras e deportações em massa. Os cortes também visam programas que atendem grupos minoritários, treinamento de professores e fundos para energia limpa, sob a alegação de combater o que o governo considera "marxismo cultural" ou "doutrinação".
Os Estados Unidos possuem uma longa tradição de liberdade de imprensa, garantida pela Primeira Emenda da Constituição. No entanto, a relação entre políticos e a mídia tem sido historicamente complexa, com acusações de viés e parcialidade sendo comuns. Recentemente, a polarização política tem intensificado essas tensões, com figuras políticas, como o presidente Donald Trump, criticando abertamente veículos de comunicação e ameaçando ações regulatórias. No âmbito internacional, Trump também tem se envolvido em esforços diplomáticos, como as negociações de garantias de segurança para a Ucrânia, demonstrando a amplitude de sua influência política. A política externa dos EUA também abrange a relação com países da América Latina, como a Venezuela, onde sanções econômicas têm sido aplicadas e, mais recentemente, avaliadas para possível retirada. A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, esteve na mira dos EUA como "alvo prioritário" desde 2022, o que gera um contraste com a postura atual do presidente Donald Trump, que a tem elogiado como interlocutora preferencial de Washington, sugerindo uma possível dualidade ou mudança na política externa em relação ao país. Ações do governo Trump em relação à Venezuela, incluindo a captura de Maduro, são justificadas como operações judiciais. Contudo, esforços legislativos no Senado tentaram limitar a capacidade do presidente de tomar medidas militares sem a aprovação do Congresso, refletindo a tensão entre os poderes executivo e legislativo em questões de política externa e uso da força. Além disso, a política externa dos EUA tem se voltado para o Oriente Médio, com propostas para uma nova fase em Gaza, apresentadas por enviados de Trump, que incluem a desmilitarização da região e a formação de uma administração palestina temporária. No Indo-Pacífico, a Estratégia de Defesa Nacional do Pentágono, divulgada em janeiro de 2026, delineia uma mudança na postura de força dos EUA, prevendo um papel "mais limitado" na dissuasão da Coreia do Norte, com a Coreia do Sul assumindo a responsabilidade principal. Essa mudança visa permitir maior flexibilidade para as tropas americanas operarem fora da Península Coreana, em resposta a ameaças mais amplas, como na defesa de Taiwan e na contenção da crescente influência militar da China. Internamente, a avaliação do primeiro ano do novo governo Trump tem sido majoritariamente negativa, com a economia e o custo de vida sendo os principais pontos de crítica por parte da população, o que se torna um tema central às vésperas das eleições de meio de mandato. Recentemente, a política comercial dos EUA sob a administração Trump tem mostrado uma postura agressiva, com o presidente ameaçando impor tarifas de 100% ao Canadá caso o país avance em um acordo para reduzir tarifas sobre veículos elétricos chineses em troca de menores impostos de importação sobre produtos agrícolas canadenses, demonstrando a prioridade em proteger os interesses comerciais americanos e evitar que a China utilize outros países como porta de entrada para seus produtos. O presidente Trump também tem imposto tarifas globais, elevando a alíquota para 15% com base na Seção 122 da Lei de Comércio de 1974, uma medida que tem gerado forte oposição no Senado por parte dos democratas, que veem essas tarifas como um "imposto sobre os americanos" que eleva os preços. Essa postura tarifária ocorre após uma decisão da Suprema Corte que rechaçou a ideia de que a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA) autoriza o presidente a impor tarifas, reforçando que o poder tributário é uma prerrogativa do Congresso. No ano fiscal de 2027, a Casa Branca solicitou ao Congresso um orçamento de defesa de US$ 1,5 trilhão, um aumento de 40% em relação ao ano anterior, justificando a necessidade de reabastecer munições e suprimentos devido à guerra em andamento com o Irã. Esta proposta, que representa o maior gasto militar da história moderna, também inclui cortes de US$ 73 bilhões em programas domésticos, como clima, habitação e educação, e a eliminação de fundos para energia limpa e treinamento de professores, sob a justificativa de combater o que o governo considera "doutrinação" ou "marxismo cultural". Legisladores de ambos os partidos expressaram preocupação com o aumento dos gastos militares e a falta de informações sobre a guerra com o Irã, além de resistir a alguns dos cortes propostos para agências e programas que atendem famílias e empresas americanas. Durante o primeiro ano de seu segundo mandato, o presidente Trump tem perturbado o equilíbrio de poderes ao fechar agências, demitir funcionários federais e suspender bilhões em fundos aprovados pelo Congresso, gerando contestações judiciais e reprovação política.
A Estratégia de Defesa Nacional do Pentágono, divulgada em 24 de janeiro de 2026, delineia uma mudança significativa na postura de força dos EUA na região do Indo-Pacífico. O documento prevê um papel "mais limitado" dos Estados Unidos na dissuasão da Coreia do Norte, com a Coreia do Sul assumindo a responsabilidade principal. Atualmente, a Coreia do Sul hospeda cerca de 28.500 soldados norte-americanos e aumentou seu orçamento de defesa em 7,5% para este ano, demonstrando sua crescente capacidade. Essa mudança visa atualizar a postura de força dos EUA na Península Coreana, permitindo maior flexibilidade para as tropas americanas operarem fora da região em resposta a uma gama mais ampla de ameaças, como na defesa de Taiwan e na contenção do crescente alcance militar da China. Embora a Coreia do Sul tenha resistido à ideia de mudar o papel das tropas dos EUA, o Ministério da Defesa sul-coreano reconhece a importância da presença militar dos EUA como o "núcleo" da aliança. A Coreia do Norte, por sua vez, critica rotineiramente a presença militar dos EUA e os exercícios conjuntos. A estratégia também enfatiza a garantia de que a China não domine os Estados Unidos ou seus aliados na região, buscando uma "paz decente" que a China possa aceitar, sem mencionar Taiwan pelo nome, mas reconhecendo a sensibilidade do tema nas relações sino-americanas. Em um contexto mais amplo de defesa, a Casa Branca solicitou um orçamento recorde de US$ 1,5 trilhão para o ano fiscal de 2027, em parte devido à guerra em curso com o Irã, o que representa o maior aumento anual para a defesa desde a Guerra da Coreia, segundo análise de Jessica Riedl da Brookings Institution. Este aumento nos gastos militares, que pode agravar a dívida federal, tem gerado preocupação entre legisladores de ambos os partidos.