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Câmara aprova transferência de fiscalização de CACs para PF e porte para Procon

A Comissão de Segurança Pública da Câmara aprovou a transferência da fiscalização de CACs para a PF e analisa projeto que concede porte de arma a fiscais do Procon.

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Foto: Poder360
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04/04 às 07:02 · atualizado há 3m

Pontos principais

  • A Comissão de Segurança Pública da Câmara aprovou o PL 6033/25, que transfere a fiscalização de CACs do Exército para a Polícia Federal.
  • A PF será responsável pelo registro, porte e arrecadação de taxas de colecionadores, atiradores e caçadores (CACs).
  • O Exército manterá a fiscalização da produção, exportação, importação e comércio de armas e produtos controlados.
  • O Congresso Nacional avalia o PL 6.243/2025, que propõe conceder porte e posse de arma de fogo a fiscais concursados do Procon.
  • Para ter o direito, o fiscal do Procon deve ser efetivo, comprovar aptidão e não ter histórico criminal ou administrativo grave.

A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 6033/25, que transfere a fiscalização e a arrecadação de taxas de registro e porte de arma para colecionadores, atiradores e caçadores (CACs) do Exército para a Polícia Federal. A proposta, de autoria do deputado Delegado Fabio Costa, visa fortalecer a PF, garantindo recursos para suas novas atribuições. O Exército manterá a competência sobre a autorização e fiscalização da produção, exportação, importação e comércio de armas de fogo e produtos controlados.

Paralelamente, o Congresso Nacional também analisa o Projeto de Lei 6.243/2025, que busca conceder porte e posse de arma de fogo a fiscais concursados do Procon. O projeto, de autoria do deputado Delegado Caveira (PL-PA), argumenta que os fiscais enfrentam ambientes hostis e situações de risco. Para ter acesso ao porte, o funcionário do Procon deverá ser efetivo, comprovar aptidão psicológica e técnica, possuir cursos de formação e não ter histórico criminal ou administrativo grave. Ambos os projetos alteram o Estatuto do Desarmamento para ajustar as mudanças de competência e inclusão de novas categorias.

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