TSE intensificou diálogo com plataformas digitais no 2º turno de 2026
No Brasil, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, disse que a Corte ampliou, entre os dois turnos, o diálogo com empresas de tecnologia para responder mais rápido a conteúdos falsos.
Pontos principais
- Nunes Marques informou que, até o início da tarde de domingo (25), nenhuma seção eleitoral havia registrado votação em cédula de papel.
- Das 499.248 urnas eletrônicas usadas no país, 900 precisaram ser substituídas (0,18%), e a Justiça Eleitoral mantém mais de 48 mil urnas de contingência.
- Até a entrevista, haviam sido contabilizadas 138 ocorrências, entre elas tentativa de violação do sigilo do voto, propaganda irregular e compra de votos.
- Até o meio-dia, o e-Título havia registrado mais de 1,4 milhão de emissões, e o ChatVote respondeu a cerca de 585 mil solicitações nos dois últimos dias.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Kassio Nunes Marques, fez no domingo (25), em Brasília, o primeiro balanço parcial do segundo turno das eleições de 2026, ao lado dos presidentes da Câmara, Hugo Motta, e do Senado, Davi Alcolumbre. Alcolumbre defendeu o reconhecimento dos resultados das urnas.
Sobre desinformação, a declaração veio em resposta a uma pergunta de jornalistas. Nunes Marques disse que a Corte intensificou o trabalho das equipes que monitoram plataformas digitais entre o 1º e o 2º turno, e que o diálogo com empresas de tecnologia foi ampliado nos últimos dias para garantir respostas mais rápidas a conteúdos falsos que pudessem comprometer o processo eleitoral. A fala não identificou plataformas nem informou quantos conteúdos foram removidos.
