Defesa de Lula pede ao TSE retirar canal 'Exército do Lula' do registro
No Brasil, a defesa de Lula pediu ao TSE que o canal 'Exército do Lula', de André Janones, seja retirado do registro da candidatura, alegando que a campanha não o administra.
Pontos principais
- O pedido foi apresentado em 22 de outubro, a três dias do segundo turno, marcado para domingo (25).
- Segundo a defesa, a campanha 'não publica, não edita e não remove nada' no canal.
- A defesa cita Janones, que afirmou ao TSE que Lula 'sequer integra o canal'.
- A defesa classifica a manifestação de Flávio Bolsonaro como 'abuso do direito de petição, a serviço do tumulto processual na reta final da campanha eleitoral'.
- O TSE suspendeu o canal em 11 de outubro, a pedido de Flávio Bolsonaro, e o corregedor-geral eleitoral o restabeleceu no mesmo dia.
No Brasil, a defesa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que o canal de WhatsApp 'Exército do Lula' seja retirado do registro da candidatura. Segundo os advogados, o canal foi criado por iniciativa pessoal do deputado federal André Janones e não recebe recursos nem orientação da campanha. O pedido responde a uma manifestação da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), que quer que o tribunal reconheça o canal como ligado à candidatura petista.
A defesa afirma que a anotação do canal no registro só existe porque o próprio TSE exigiu, em 13 de outubro, para que ele voltasse ao ar. Os advogados também dizem que a campanha 'não dispõe de acesso de administração' ao canal. Até 23 de outubro, o ministro André Mendonça, relator do registro, não havia decidido sobre o pedido.
