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Governo pede confisco de R$ 190 milhões de facções criminosas

Ação judicial utiliza a Lei Antifacção para bloquear bens de organizações criminosas sem a necessidade de condenação prévia.

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Foto: Câmara dos Deputados
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22/10 às 12:02

Pontos principais

  • O pedido de confisco atinge R$ 190 milhões em bens ligados ao PCC e ao CV.
  • A lista de ativos inclui imóveis, aeronaves, veículos de luxo e empresas.
  • A medida é possível devido à Lei Antifacção, em vigor desde março de 2026.
  • A legislação permite o bloqueio de bens antes do trânsito em julgado de condenações criminais.

O governo federal solicitou à Justiça o confisco de R$ 190 milhões em bens vinculados a facções criminosas, como o PCC e o Comando Vermelho. A medida marca a aplicação prática da Lei Antifacção, em vigor desde março de 2026, que permite o bloqueio de ativos como imóveis, aeronaves, carros de luxo e empresas sem a necessidade de aguardar uma condenação criminal definitiva.

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, celebrou o avanço e destacou que a iniciativa reflete o compromisso da Casa com a segurança pública. Segundo Motta, o confisco é resultado de um esforço legislativo que já aprovou mais de 40 propostas voltadas ao combate ao crime organizado no país.

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