Lula projeta aprovação de PEC que reduz jornada 6x1 no Senado
Lula afirmou que a PEC que reduz a jornada 6x1 deve ter apoio da maioria dos senadores; no Senado Federal brasileiro, a proposta está em discussão em primeiro turno, com a próxima sessão marcada para 13 de outubro.
Pontos principais
- Lula cobrou publicamente que o senador Flávio Bolsonaro defina sua posição sobre a proposta.
- A PEC 221/2019, do deputado Reginaldo Lopes (PT/MG), chegou ao Senado Federal em 28 de maio de 2026, vinda da Câmara dos Deputados.
- O texto altera o artigo 7º da Constituição para reduzir a duração máxima semanal do trabalho e prever dois dias de repouso semanal remunerado, sem redução salarial.
- Na CCJ, o relator Omar Aziz (PSD/AM) deu parecer favorável em 27 de agosto; a comissão aprovou o parecer em 2 de setembro e rejeitou as 36 emendas.
- Tereza Cristina, Rogério Marinho, Hamilton Mourão e Jaime Bagattoli votaram contra o parecer na CCJ.
- A quarta sessão de discussão em primeiro turno está na Ordem do Dia de 13 de outubro; até agora, o Senado Federal não registra votação nem resultado.
O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou que a proposta de fim da jornada 6x1 deve ser aprovada pela maioria dos senadores. Ao falar sobre o tema, cobrou que o senador Flávio Bolsonaro se posicione claramente e acusou setores da oposição de tentarem adiar a votação para depois das eleições.
A PEC 221/2019, do deputado Reginaldo Lopes (PT/MG), chegou ao Senado Federal em 28 de maio de 2026 e altera o artigo 7º da Constituição para reduzir a duração máxima semanal do trabalho e garantir dois dias de repouso semanal remunerado, sem redução salarial. Na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o relator, senador Omar Aziz (PSD/AM), apresentou parecer favorável em 27 de agosto. A comissão aprovou o parecer em 2 de setembro, com voto contrário dos senadores Rogério Marinho, Tereza Cristina, Hamilton Mourão e Jaime Bagattoli, e rejeitou as 36 emendas apresentadas.
No Plenário, a PEC está em primeiro turno, com três sessões de discussão realizadas em 6, 7 e 8 de outubro. A quarta sessão está na Ordem do Dia de 13 de outubro, e o Senado Federal ainda não registra votação nem resultado do primeiro turno.
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