Durigan condiciona queda de juros a ajuste fiscal e reformas estruturais
O ministro da Fazenda afirmou que a redução das taxas depende de responsabilidade orçamentária e do equilíbrio das contas públicas.
Pontos principais
- Dario Durigan defendeu a necessidade de ajuste fiscal para permitir a queda dos juros.
- O governo alega ter elevado o resultado primário em dois pontos porcentuais do PIB.
- O ministro criticou a gestão econômica do governo anterior por criar despesas sem receita.
- A atuação do STF foi citada como essencial para garantir a compatibilidade orçamentária.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que a trajetória de queda dos juros no Brasil está diretamente atrelada à consolidação do ajuste fiscal e à implementação de medidas estruturais. Segundo o ministro, a responsabilidade orçamentária deve ser um compromisso compartilhado entre os três Poderes para assegurar a sustentabilidade das contas públicas a longo prazo.
Durigan destacou que o atual governo elevou o resultado primário em dois pontos porcentuais do PIB, contrastando o cenário com a gestão de Jair Bolsonaro, que, segundo ele, teria contratado despesas sem a devida previsão de receitas. O ministro ainda ressaltou o papel do STF em assegurar que as decisões do Congresso Nacional respeitem as normas de compatibilidade orçamentária vigentes no país.
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