Durigan defende revisão de gastos e compromisso fiscal para reduzir juros
O ministro da Fazenda afirmou que o ajuste nos gastos obrigatórios e o crescimento econômico são essenciais para viabilizar a queda das taxas de juros.
Pontos principais
- Dario Durigan defendeu a manutenção do atual arcabouço fiscal sem novas regras.
- A estratégia inclui a revisão de benefícios tributários e o combate a privilégios no setor público.
- O governo projeta a entrega de superávits primários nos próximos anos.
- Fatores externos, como conflitos geopolíticos, impactam a economia nacional.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, reforçou que a trajetória de queda dos juros no Brasil depende diretamente de um compromisso fiscal permanente e da organização das contas públicas. Segundo o ministro, a revisão de gastos obrigatórios, aliada ao crescimento econômico sustentável, é o caminho necessário para garantir a estabilidade e viabilizar taxas menores no médio prazo.
Além da gestão de despesas, Durigan defendeu a revisão de benefícios tributários ineficientes e o combate a privilégios no setor público como pilares da política econômica atual. O ministro descartou a criação de novas regras fiscais, enfatizando que o governo trabalha para entregar superávits primários nos próximos anos, apesar das pressões externas causadas por conflitos no Oriente Médio e pela política monetária global.
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