Durigan defende ajuste fiscal rigoroso para viabilizar queda de juros
O ministro da Fazenda afirma que o controle de gastos é a condição essencial para reduzir a taxa básica de juros e estabilizar a dívida pública.
Pontos principais
- Dario Durigan defendeu o combate à irresponsabilidade fiscal com o mesmo rigor aplicado à inflação.
- O ministro destacou que o ajuste fiscal de 2 pontos porcentuais do PIB é fundamental para reduzir o prêmio de risco.
- O governo reafirmou o compromisso com a trajetória de superávit fiscal prevista no PLDO.
- A gestão busca juros mais baixos para estimular o crédito e garantir a confiança do mercado.
- As declarações foram feitas durante a 27ª Conferência Santander, em São Paulo.
Durante a 27ª Conferência Santander, em São Paulo, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, reforçou que o ajuste fiscal rigoroso é o pilar indispensável para a redução da taxa básica de juros no Brasil. Segundo o ministro, o governo busca alcançar patamares de juros mais civilizados para estimular o crédito, condicionando esse objetivo a uma gestão de gastos responsável. Durigan destacou que o ajuste de 2 pontos porcentuais do PIB nesta gestão é um passo crucial para diminuir o prêmio de risco e estabilizar a trajetória da dívida pública.
O discurso busca alinhar as expectativas do mercado e sinalizar compromisso com a trajetória de superávit fiscal prevista no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO). Para o ministro, a irresponsabilidade nas contas públicas deve ser enfrentada com o mesmo empenho dedicado ao controle da inflação, garantindo a previsibilidade necessária para o crescimento econômico sustentado.
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