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Suprema Corte dos EUA nega pedido de Trump para restringir voto por correio

Tribunal manteve liminar que impede o Serviço Postal de aplicar novas regras ao voto por correspondência antes das eleições legislativas.

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Foto: Folha de São Paulo - Mundo
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14/09 às 21:45, atualizado 15/09 às 09:15

Pontos principais

  • A Suprema Corte dos EUA rejeitou o pedido do governo Trump para implementar normas mais rígidas ao voto postal.
  • A decisão mantém a liminar da juíza federal Indira Talwani, que suspende as restrições enquanto o processo judicial tramita.
  • O governo justificava a medida como uma forma de combater fraudes, embora não tenha apresentado evidências generalizadas.
  • Críticos afirmam que as restrições poderiam prejudicar a entrega de cédulas legítimas e causar instabilidade no processo eleitoral.
  • Os juízes Samuel Alito e Clarence Thomas foram os únicos a discordar da decisão da maioria.
  • O cenário político ocorre em meio a outras tensões nacionais, como a crise financeira enfrentada pelo Kennedy Center.

A Suprema Corte dos Estados Unidos negou um pedido do governo do presidente Donald Trump para restringir o voto por correio antes das eleições legislativas de novembro. O tribunal optou por manter a liminar imposta pela juíza federal Indira Talwani, que impede o Serviço Postal de aplicar novas normas mais rígidas ao processo de votação enquanto as ações judiciais sobre o tema continuam em curso. O governo federal argumentava que as restrições eram necessárias para mitigar riscos de fraudes eleitorais, apesar da ausência de provas concretas de irregularidades sistêmicas.

Grupos de defesa do direito ao voto alertaram que as mudanças poderiam gerar caos logístico e dificultar o recebimento de cédulas legítimas, impactando diretamente o pleito que definirá o controle do Congresso americano. A decisão representa um revés para a administração Trump, embora os juízes Samuel Alito e Clarence Thomas tenham registrado discordância. Paralelamente a este debate eleitoral, o país acompanha outras preocupações institucionais, como a crise financeira que ameaça o funcionamento do Kennedy Center.

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