O sistema judicial dos EUA é complexo, com jurisdições federais e estaduais distintas. O Departamento de Justiça, órgão do poder executivo, é responsável pela aplicação da lei federal e pela administração da justiça. A transparência e a prestação de contas são princípios fundamentais, embora a implementação desses princípios possa ser objeto de debate e pressão política.
Um exemplo notável da atuação da Justiça dos EUA em 2025 foi a liberação dos arquivos de Jeffrey Epstein. Após a aprovação da Lei de Transparência dos Arquivos Epstein pelo Congresso, o Departamento de Justiça foi obrigado a divulgar uma vasta quantidade de documentos relacionados ao caso do criminoso sexual. Essa liberação, que incluiu milhares de imagens, áudios, vídeos e registros, gerou discussões sobre o nível de transparência, devido a redações e a remoção temporária de algumas fotos, incluindo uma do presidente Donald Trump. O vice-procurador-geral Todd Blanche afirmou que as remoções foram a pedido de grupos de defesa das vítimas e que mais documentos seriam divulgados de forma contínua.
Outro caso de destaque foi a prisão e o julgamento de Nicolás Maduro em Nova York. O líder venezuelano foi capturado em Caracas e levado aos EUA para responder a acusações de narcoterrorismo e tráfico de drogas. Sua defesa foi assumida pelo renomado advogado Barry Pollack, conhecido por sua atuação em casos de grande visibilidade, como o de Julian Assange.