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BRB afirma ser vítima de fraudes de R$ 17 bilhões envolvendo Banco Master

O Banco de Brasília declarou ser vítima de esquemas de ex-gestores e do Banco Master, reforçando colaboração com autoridades e auditoria independente.

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Foto: Folha de São Paulo - Mercado
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13/09 às 09:01, atualizado 18:01

Pontos principais

  • Investigações da Polícia Federal apontam fraudes de R$ 17 bilhões em operações entre o BRB e o Banco Master.
  • Relatórios indicam que R$ 12,2 bilhões dos valores repassados referiam-se a títulos falsos.
  • O esquema utilizava empresas de fachada e documentos forjados para simular operações de crédito.
  • O ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, e o banqueiro Daniel Vorcaro foram presos.
  • A atual gestão do BRB contratou o escritório Machado Meyer e a consultoria Kroll para auditoria forense.
  • O banco afirma ter compartilhado resultados da investigação com o MPF, Banco Central e CVM.
  • A instituição promoveu a renovação integral de sua diretoria executiva para garantir a governança.

O Banco de Brasília (BRB) posicionou-se publicamente como vítima de um esquema de gestão fraudulenta que teria movimentado R$ 17 bilhões em operações fictícias com o Banco Master. Segundo investigações da Polícia Federal, o esquema envolvia a criação de documentos falsos e o uso de empresas de fachada para simular a compra de carteiras de crédito, resultando em um prejuízo bilionário para a instituição estatal. O ex-presidente do banco, Paulo Henrique Costa, e o banqueiro Daniel Vorcaro estão entre os detidos no curso das apurações.

Em resposta às denúncias, a atual administração do BRB informou que promoveu a renovação integral de sua diretoria executiva e contratou o escritório Machado Meyer, com suporte da consultoria Kroll, para conduzir uma auditoria forense independente. Os resultados desse levantamento foram encaminhados a órgãos de controle, incluindo o Ministério Público Federal, o Banco Central e a CVM. A instituição reforçou que está adotando medidas judiciais e administrativas para proteger seu patrimônio e buscar a responsabilização dos envolvidos, solicitando que o banco não seja confundido com as práticas de seus antigos gestores.

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