Gianni Infantino enfrenta críticas por gestão centralizada na Fifa
Presidente da Fifa é alvo de denúncias por abuso de poder e decisões unilaterais na Ásia e no Caribe enquanto busca consolidar apoio para reeleição.
Pontos principais
- Gianni Infantino é acusado de centralizar a gestão da Fifa e violar o código de ética da entidade.
- A Fifa lançou a Copa Fifa Asean sem consulta prévia às confederações asiáticas competentes.
- A administração do Caribe foi reestruturada com a nomeação de um diretor específico, gerando críticas sobre fragmentação de votos.
- A ONG FairSquare protocolou uma denúncia formal no Comitê de Ética da Fifa contra o presidente.
- Opositores apontam que as movimentações regionais visam fortalecer a posição de Infantino para um possível novo mandato.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, enfrenta uma onda de críticas internas devido à condução centralizada de sua gestão. A entidade foi alvo de uma denúncia protocolada pela ONG FairSquare no Comitê de Ética, que acusa o dirigente de abuso de poder e violações éticas. O descontentamento cresceu após a criação da Copa Fifa Asean, torneio regional organizado sem consulta às confederações asiáticas, e a reestruturação administrativa do Caribe, vista por críticos como uma manobra para fragmentar o controle regional e consolidar apoio político.
Embora Infantino pareça ter votos suficientes para se manter no cargo, a estratégia de expansão unilateral tem gerado tensões com entidades como a Uefa e a Concacaf. A falta de diálogo em projetos estratégicos e a gestão direta sobre regiões específicas reforçam as acusações de que o presidente estaria priorizando a manutenção de seu poder em detrimento da governança coletiva. Enquanto opositores avaliam suas próximas ações, a Fifa nega irregularidades em suas movimentações políticas e administrativas recentes.
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