André Mendonça defende código de ética e imparcialidade no STF
Ministro afirma que conduzirá inquéritos com rigor técnico e apoia medidas para evitar a politização e erros judiciais na Corte.
Pontos principais
- André Mendonça declarou que inquéritos como os do Banco Master e do INSS serão conduzidos com foco em garantias constitucionais.
- O ministro manifestou apoio à criação de um código de ética para o Supremo Tribunal Federal.
- Mendonça criticou o que classificou como atuação criativa do Judiciário ao inovar na ordem jurídica.
- O magistrado defendeu a necessidade de evitar erros associados a investigações passadas, como a Operação Lava Jato.
- Discussões sobre transparência e conflitos de interesse no STF avançam sob relatoria da ministra Cármen Lúcia.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, defendeu publicamente a adoção de um código de ética para a Corte e reforçou seu compromisso com a imparcialidade na condução de inquéritos sob sua relatoria, incluindo os casos do Banco Master e do INSS. Em declarações recentes, o magistrado destacou que a atuação do tribunal deve ser pautada pelo rigor técnico e pelo respeito às garantias constitucionais, evitando a politização das investigações e os erros observados em operações anteriores, como a Lava Jato. Além de apoiar a proposta de um código de ética, defendida pelo ministro Edson Fachin, Mendonça criticou o que considera uma tendência do Judiciário de inovar na ordem jurídica, defendendo que a Corte deve se limitar ao seu papel constitucional para garantir maior segurança jurídica e transparência institucional.
