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Mendonça defende imparcialidade e recatamento de magistrados do STF

O ministro do STF André Mendonça defendeu a imparcialidade, conduta ética e o "grau de recatamento" dos magistrados para preservar a credibilidade da Corte.

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Foto: InfoMoney
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09/04 às 11:53 · atualizado há 3m

Pontos principais

  • O ministro do STF André Mendonça foi homenageado com o Colar de Honra ao Mérito na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp).
  • Mendonça afirmou que um 'bom magistrado' não privilegia amigos e deve evitar condutas que minem a credibilidade do STF.
  • Ele enfatizou a importância da prudência, integridade e discrição dos magistrados para a Suprema Corte, defendendo maior contenção e recatamento em suas condutas públicas.
  • As declarações ocorrem em um momento de pressão sobre o STF, com questionamentos sobre viagens e pedidos de impeachment contra ministros.
  • O evento contou com a presença de figuras políticas como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e o prefeito Ricardo Nunes.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, foi homenageado com o Colar de Honra ao Mérito na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp). Durante a solenidade, Mendonça enfatizou a importância da imparcialidade no judiciário, declarando que um 'bom magistrado' não privilegia amigos e deve agir com prudência e discrição para preservar a credibilidade da Corte. Ele reforçou que a credibilidade da Suprema Corte depende da conduta de seus integrantes e da integridade no Judiciário, defendendo um "grau de recatamento" e maior contenção nas condutas públicas dos magistrados.

As declarações de Mendonça ocorrem em um momento de pressão sobre o STF, com pedidos de impeachment contra ministros e questionamentos sobre viagens de integrantes da Corte. O ministro ressaltou que a cadeira no STF impõe mais responsabilidade do que poder. A cerimônia contou com a presença de figuras políticas como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e o prefeito Ricardo Nunes. A honraria foi concedida dois meses após Mendonça se tornar relator do caso Master, que resultou na prisão de Daniel Vorcaro. O ministro também abordou críticas sobre sua imparcialidade, reafirmando seu compromisso com a missão pública e sua fé, e fez votos para que Jorge Messias, ministro da AGU, possa em breve se juntar a ele no STF.

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