Advogados do ex-presidente solicitam extensão de prisão humanitária e contestam acusação de falta grave por posse de arma de fogo.
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro protocolou um pedido junto ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), buscando a manutenção de sua prisão domiciliar humanitária. O prazo inicial de 90 dias, concedido para tratamento de saúde, encerrou-se na última quinta-feira. Além da extensão da medida, os advogados buscam evitar que a apreensão de uma pistola 9mm em uma blitz seja reconhecida como falta grave. Segundo a defesa, a arma estava devidamente registrada e foi tornada inoperante pela equipe de segurança sem o consentimento do ex-presidente. O ministro Alexandre de Moraes deve agora analisar os argumentos apresentados e avaliar a necessidade de uma nova perícia médica para determinar a continuidade ou não do regime domiciliar, considerando a contestação sobre a conduta do ex-presidente.
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