Comissão da Câmara aprova prisão militar para PMs e bombeiros
Projeto garante que policiais e bombeiros militares cumpram penas em unidades militares para assegurar sua integridade física após condenações.
Pontos principais
- O Projeto de Lei 5024/25 altera a Lei Orgânica Nacional dos Militares Estaduais.
- A medida revoga a possibilidade de encaminhamento de militares a prisões comuns, mesmo em alas separadas.
- O texto estabelece uma hierarquia de preferência: unidade prisional militar, alojamento de unidade militar ou prisão domiciliar.
- O relator Paulo Bilynskyj defende que a mudança protege agentes de segurança contra retaliações de criminosos.
- A proposta segue para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania em caráter conclusivo.
A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 5024/25, que assegura a policiais e bombeiros militares o direito de cumprir penas em unidades prisionais militares, mesmo após o trânsito em julgado de condenações. A proposta altera a Lei Orgânica Nacional dos Militares Estaduais, eliminando a previsão atual que permite o encarceramento em presídios comuns, ainda que em alas separadas. Segundo o relator, deputado Paulo Bilynskyj, a medida é fundamental para garantir a integridade física dos agentes, prevenindo retaliações por parte de detentos que foram presos pelos próprios militares. O texto define uma ordem de preferência para o cumprimento da pena, priorizando instalações militares ou, em último caso, a prisão domiciliar. O projeto agora tramita em caráter conclusivo na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
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