O Banco Central implementou novas diretrizes para o uso do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) pelas instituições financeiras, visando fortalecer a resiliência do Sistema Financeiro Nacional. As medidas surgem como resposta a episódios de instabilidade, como o caso do Banco Master, onde a captação agressiva via FGC levantou preocupações sobre a solidez das instituições. Com as novas regras, bancos que dependem excessivamente dessa modalidade de captação serão obrigados a alocar recursos em ativos mais seguros, como títulos públicos federais, além de monitorar rigorosamente o 'ativo de referência'. O objetivo central é garantir que as instituições possuam maior capacidade de absorção de prejuízos em cenários de crise. A partir de novembro de 2026, a transparência será ampliada com a exigência de relatórios detalhados sobre os investidores protegidos pelo fundo, reforçando a segurança para o mercado e para os poupadores.
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