O governo do Irã endureceu sua postura ao proibir a exportação de urânio enriquecido, uma medida ratificada pelo líder supremo Mojtaba Khamenei. A decisão impõe um obstáculo direto às negociações com os Estados Unidos, onde o presidente Donald Trump mantém a exigência de retirada do material como condição para um acordo. Autoridades iranianas justificam a medida como uma estratégia de defesa contra possíveis ataques militares, chegando a cogitar o aumento do enriquecimento para 90% de pureza. Paralelamente, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, condiciona o fim das hostilidades à eliminação total das capacidades nucleares e de mísseis do país. O impasse diplomático gerou instabilidade imediata nos mercados internacionais, refletida na alta dos preços do petróleo, enquanto a comunidade global monitora o risco de uma escalada militar na região.
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