O destino do estoque de urânio enriquecido do Irã tornou-se um ponto central de tensão geopolítica após os bombardeios americanos contra instalações nucleares em 2025. Enquanto o presidente Donald Trump expressa o desejo de que os Estados Unidos tomem posse do material, a Rússia ofereceu-se para realizar o armazenamento, complicando as negociações. A situação agravou-se com a recente ameaça de Teerã em elevar o enriquecimento de urânio para 90% caso sofra novas agressões, uma medida que o governo americano descreve como um cenário de trégua crítica. A remoção física do material enfrenta desafios técnicos significativos devido aos danos nas estruturas subterrâneas, enquanto a possibilidade de diluição sob supervisão da AIEA permanece como uma alternativa em discussão diante da escalada retórica entre Washington e Teerã.
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