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OMS declara baixo risco de Hantavírus e rastreia passageiros de navio

A OMS classificou o risco de Hantavírus como baixo, apesar de um surto em navio com mortes, e monitora passageiros e contatos em 12 países.

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Foto: G1 Mundo
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07/05 às 13:10 · atualizado 08/05 às 00:32

Pontos principais

  • A Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou o risco de Hantavírus como 'baixo' e enfatiza que não é uma nova pandemia.
  • Um surto de hantavírus da cepa Andes no navio MV Hondius resultou em três mortes e vários casos confirmados ou suspeitos.
  • Trinta passageiros e tripulantes estão sendo rastreados em pelo menos 12 países devido à possível exposição ao vírus.
  • A cepa Andes do hantavírus é a única conhecida por ser transmissível entre humanos, mas requer contato próximo e prolongado.
  • A origem do surto ainda é incerta, com a OMS sugerindo possível contato com o vírus na Argentina, Chile ou Uruguai antes do embarque.
  • A crise sanitária, que já dura mais de um mês, começou após a partida da embarcação de Ushuaia, na Argentina.
  • O navio, MV Hondius da Oceanwide Expeditions, seguia para as Ilhas Canárias, onde os passageiros serão repatriados após quarentena.
  • Há casos suspeitos de hantavírus entre pessoas que não estavam na embarcação, gerando preocupação de propagação.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que o risco de Hantavírus é baixo, buscando acalmar as preocupações sobre uma possível nova crise de saúde pública. A declaração ocorre enquanto 30 passageiros e tripulantes de um navio estão sendo rastreados em pelo menos 12 países por potencial exposição ao vírus. Um surto de hantavírus da cepa Andes no navio de cruzeiro MV Hondius, que partiu de Ushuaia, na Argentina, já resultou em três mortes e vários casos confirmados ou suspeitos, com a OMS confirmando cinco novas infecções. A crise sanitária já dura mais de um mês, e o navio seguia para as Ilhas Canárias, onde os passageiros seriam repatriados após quarentena.

Um oficial da OMS enfatizou que a situação atual não é comparável à pandemia de COVID-19, apesar da taxa de fatalidade do hantavírus nas Américas poder chegar a 50%. A organização reforça que o incidente é um surto localizado em um navio, e não representa uma nova pandemia global, destacando que a cepa Andes do hantavírus, embora transmissível entre humanos, requer contato próximo e prolongado, diferente da COVID-19. A origem do surto ainda é incerta, mas a OMS sugere que o primeiro passageiro infectado pode ter tido contato com o vírus na Argentina, Chile ou Uruguai antes de embarcar. Há também casos suspeitos de hantavírus entre pessoas que não estavam na embarcação, gerando preocupação de propagação. Não há tratamento antiviral específico para a forma cardiopulmonar da doença, sendo o manejo focado em suporte intensivo e diagnóstico precoce.

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