O que é, como começou e mais: o que se sabe sobre o surto de hantavírus em navio
Um surto de hantavírus da cepa Andes no navio de cruzeiro MV Hondius resultou em três mortes e vários casos confirmados e suspeitos, mobilizando autoridades de saúde internacionais para monitorar passageiros e contatos, embora a OMS considere o risco global baixo.
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07/05 às 18:35
Pontos principais
- Um surto de hantavírus no navio MV Hondius causou três mortes e vários casos confirmados e suspeitos, com a cepa Andes sendo a responsável.
- A cepa Andes é a única conhecida por transmissão entre humanos, mas especialistas afirmam que é rara e exige contato próximo e prolongado.
- A origem do surto ainda é incerta, mas a OMS sugere que o primeiro passageiro infectado pode ter tido contato com o vírus na Argentina, Chile ou Uruguai antes de embarcar.
- Passageiros e tripulantes foram monitorados em pelo menos 12 países, com alguns em isolamento preventivo, especialmente aqueles que desembarcaram em Santa Helena.
- A OMS declarou que o risco global é baixo e que o evento não indica o início de uma epidemia ou pandemia, mas ressalta a importância da pesquisa em patógenos.
- Não há tratamento antiviral específico para a forma cardiopulmonar da doença, sendo o manejo focado em suporte intensivo e diagnóstico precoce.
- Autoridades de saúde estão rastreando contatos e investigando a possível origem do surto, incluindo um voo de Santa Helena para Joanesburgo.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Tedros Adhanom Ghebreyesus (diretor-geral da OMS)Maria Van Kerkhove (diretora do departamento de prevenção e preparação para epidemias e pandemias da OMS)Luís Fernando Correia (médico especialista em Clínica Médica e Terapia Intensiva)
Organizações
Organização Mundial da Saúde (OMS)Oceanwide ExpeditionsKLMMinistério da Saúde da HolandaAgência de Segurança em Saúde do Reino Unido
Lugares
UshuaiaArgentinaCabo VerdeÁfricaIlhas CanáriasEspanhaChileUruguaiSanta HelenaÁfrica do SulIlha de AscensãoSuíçaAlemanhaPaíses BaixosSingapuraReino UnidoJoanesburgo

